quinta-feira, 8 de junho de 2017

Feirinha Aproxima Vinhos do Alentejo está de volta ao Brasil!


Feirinha Aproxima Vinhos do Alentejo está de volta ao Brasil!
Dia 10 de Junho os rótulos alentejanos harmonizam com o melhor da gastronomia de Minas Gerais na Casa Fiat de Cultura.
Saiba mais: https://goo.gl/SXvGkr

DEGUSTAÇÃO DE VINHOS TOP´s DA ESPANHA

Ninguém contradiz que a Espanha é uma fonte inesgotável de belas surpresas. Regiões badaladas e reconhecidas internacionalmente e denominações novas ou melhor, ainda “desconhecidas”, uvas que passaram a frequentar a mesa, mostrando que os rótulos vão muito além da Tempranillo.

Embora a maior quantidade de vinhedos plantados seja de cepas brancas – dentre as principais, Verdejo, Albariño, Xarel-lo e Viura – não se pode negar que a fama dos vinhos espanhóis está ligada às uvas tintas genuinamente espanholas, como Tempranillo, Garnacha, Monastrell, Cariñena, Graciano, Mencía e Mazuelo. 

O país é dotado da maior área plantada de vinhedos do mundo, cerca de 1,2 milhão de hectares bem distribuídos por todo seu território, o que o torna um dos maiores produtores de vinhos em nível mundial, ficando atrás apenas de França e Itália. 

Sendo uma das grandes produtoras de vinho de todo o mundo, a Espanha elabora 13% de todos os rótulos consumidos ao redor do globo. Apesar de os vinhedos espanhóis abrigarem cerca de 600 variedades de uvas, e muitos deles serem constituídos por vinhas antigas, a maior parte dos vinhos é produzido somente com 20 tipos de cepas. Um evento imperdível para quem gosta de grandes vinhos, entre eles o ícone Vega Sicilia.

Reservas e informações
Tel.: 98839-3341 (Márcio Oliveira)
E-mail: molivierbh@gmail.com


GANHADORES DO TOP TEN EXPOVINIS 2017

GANHADORES DO TOP TEN EXPOVINIS 2017
1.      Espumantes Nacionais
Peterlongo Elegance – Vinícola Peterlongo
2.      Espumantes Importados
Cava Gramona La Cuvéee Reserva Brut 2012 – Importado pela Casa Flora
3.      Brancos Nacionais
Don Guerino Sinais Sauvignon Blanc 2017 – Vinícola Don Guerino
4.      Brancos Importados
Clearview Chardonnay Reserve 2014 – Importado pela Premium
5.      Rosados
Chiaretto 2015 – Galeria dos Vinhos
6.      Tintos Nacionais
Syrah Speciale Casa Verrone 2015 – Casa Verrone – São José do Rio Pardo/SP
7.      Tintos Novo Mundo
Km 0 Carvalho Vino 2012 – Importado por Mundial Imp. Exp.
8.      Tintos Velho Mundo I (Portugal e Espanha)
Pomar do Espírito Santo Reserva – Manzwine Lda – Importado pela Lusitanus Brands Comercial
9.      Tintos Velho Mundo II (Itália, França e outros)
Chateau Fleur Cardinale Grand Cru Classé 2007 – Importado pela Casa Flora
10.  Fortificados e Doces

Porto Messias 10 Anos – Importado pela Casa Flora

quarta-feira, 7 de junho de 2017

VENCEDORES DO TOP TEN EXPOVINIS SERÃO CONHECIDOS NESTA QUARTA

VENCEDORES DO TOP TEN EXPOVINIS SERÃO CONHECIDOS NESTA QUARTA
Uma das atrações do 21º ExpoVinis Brasil, é o Top Ten Expovinis, concurso em que expositores inscrevem amostras em diferentes categorias como: Espumantes nacionais, Espumantes Importados, Brancos Nacionais, Brancos Importados, Rosados, Tintos Nacionais, Tintos Novo Mundo, Tintos Velho Mundo I (Portugal e Espanha), Tintos Velho Mundo II (Itália, França e outros) e Fortificados e Doces.
Como tradicionalmente acontece, o júri será capitaneado pelo especialista Jorge Lucki, único membro brasileiro da tradicional Académie Internationale du Vin, quando ocorre uma avaliação. A revelação dos vencedores ocorre nesta quarta-feira, 7.

Daqui a pouco teremos esta Lista.

domingo, 4 de junho de 2017

DICAS DA SEMANA - DOIS EVENTOS IMPERDÍVEIS PARA QUEM GOSTA DE VINHOS

EXPOVINIS

A grande dica da semana é a Expovinis, maior feira do País dedicada à bebida, que nesta edição abre para o consumidor final logo no primeiro dia (06/06). Com foco cada vez mais no grande público – e não no especializado –, terá um winebar e uma loja onde rótulos apresentados em cada stand podem ser comprados com 10% de desconto. Cursos e palestras, que desde a última edição são o carro-chefe da feira, incluem desde noções básicas de degustação e harmonização até o impacto das taças na apreciação da bebida.
            A lista de participantes, além das vinícolas brasileiras reunidas pelo Ibravin, inclui Portugal, Chile, Itália, Eslovênia, Reino Unido, Argentina e Espanha, e sete importadoras.
            O concurso Top Ten, que elege os dez melhores vinhos da feira tem novos critérios: os expositores inscreverão um número de amostras de acordo com a metragem de seu espaço na feira: a cada 10m², dois vinhos.
            O ingresso (de R$ 30 a R$ 150) dá direito a uma taça, que permite degustações e palestras. Mas para participar destas, é preciso fazer inscrições prévias no site da feira. O evento vai até o dia 8 no Pavilhão Branco do Expo Center Norte. Informações no www.expovinis.com.br

Em BH a dica é a FEIRINHA APROXIMA - VINHOS DO ALENTEJO
Data: de 10.06.2017 - 10:00 até 17:00hs.
Local:       Casa Fiat de Cultura
Mais uma edição da Feirinha Aproxima Vinhos do Alentejo, com alguns dos melhores rótulos de vinhos da região. É uma ótima oportunidade para conhecer mais profundamente os vinhos de Portugal e ainda experimentar a harmonização com a gastronomia mineira.Confira as vinícolas já confirmadas: - Adega de Borba / - Esporão / - Herdade dos Coteis / - Herdade São Miguel / - Monte Novo e Figueirinha.A região do Alentejo é líder do mercado português de vinhos – detém 46,4% em volume e 45% em termos de valor –, segundo dados referentes da AC Nielsen. E o Brasil é o segundo principal mercado importador dos vinhos alentejanos no mundo, com 3,6 milhões de garrafas por ano.

https://www.facebook.com/projetoaproxima
http://projetoaproxima.com.br/feirinha-aproxima
Email: contato@projetoaproxima.com.br
Entrada Franca sujeita à Lotação

UMA REFLEXÃO SOBRE A GASTRONOMIA ATRAVÉS DO FILME A FESTA DE BABETTE


UMA REFLEXÃO SOBRE A GASTRONOMIA ATRAVÉS DO FILME A FESTA DE BABETTE “ – A Festa de Babette é um filme marcante quando se fala sobre gastronomia, abrindo espaço para alguma reflexões sobre a questão de alimentação para a sobrevivência ou sobre o pecado da gula. O filme é uma produção filme franco-dinamarquêsa de 1987, dirigido por Gabriel Axel, com um roteiro adaptado da obra de Karen Blixen, cujo pseudônimo era Isak Dinesen, anonimato se justificava, porque mulheres escritoras não eram bem vistas em uma sociedade machista e hipócrita como a da época.


Sempre cito este filme em meus Cursos sobre Vinho pelo encanto das harmonizações entre os pratos e vinhos que são servidos durante o jantar que dá forma ao enredo.
Sob forma resumida, a história acontece numa península da Dinamarca no ano de 1871, onde duas irmãs, devotas de seu falecido pai, um rigoroso pastor luterano, pregavam a salvação através da renúncia. Babette é uma mulher desconhecida que lhes bate à porta em busca de trabalho e abrigo, e que mais tarde revelaria que seria uma refugiada da guerra civil francesa.
O pequeno vilarejo onde vivem era composto por famílias extremamente religiosas, com regras, deveres e devoções específicas, e alimentando-se de forma básica, com único objetivo da sobrevivência, uma comida sem cor, sem sabor ou algo que estimulasse o paladar.
Babette observa estes hábitos e decide mudar esta situação oferecendo um jantar para as duas mulheres que lhe acolheram e seus respectivos convidados como um agradecimento por sua hospitalidade, uma vez que havia ganho um grande prêmio de loteria na França. As duas irmãs, começam a se preocupar quando observam ingredientes e especiarias nunca vistas ou conhecidas por elas, tartarugas, codornas vivas, todo tipo de ervas e frutas, o que despertou uma grande inquietude e desconforto por parte dela.
Mas se sentiram acanhadas para rejeitar a gentileza de Babette. Reúnem então os convidados do jantar um dia antes, para uma conversa e algumas recomendações e criam um pacto, em que o principal objetivo a se cumprir será o de não saborear nada da comida e focar nas palavras sagradas durante o jantar.
O festim acontece, os participantes chegam e se acomodam, e entre os convidados, um general muito respeitado comparece juntamente com sua tia. Babette dedica tempo integral ao jantar, os pratos são servidos em ordem específicas, talheres, prataria, copos e taças são postos à mesa, ninguém nunca havia visto nada igual até então, com exceção do general convidado.
Como combinado, os religiosos do vilarejo tentam manter o foco na fé, nas preces e na doutrina aprendida, mas, em contrapartida, o general aprecia todos os pratos que ali são expostos, de forma simples e genuinamente convidativa. Os participantes começam a perceber uma naturalidade no comer, algo que não interfere diretamente em sua religião e que desmistifica um conceito de pecado, uma vez aprendido.
O general relata que havia participado de um jantar em Paris com um cardápio similar, no Café Anglais, preparado por uma Chef de Cuisine capaz de transformar um jantar numa espécie de caso de amor, numa relação de paixão onde era difícil diferenciar o apetite físico do espiritual. Ao fim do banquete todos estavam extasiados, “alimentados de corpo e alma”. Babette então revela seu maior segredo - era ela a cozinheira do “Café Anglais”, e gastou todo o dinheiro recebido da loteria com o jantar, mostrando assim que abdicaria de uma vida luxuosa na França proporcionada pelo prêmio da lateria, para permanecer ali naquele vilarejo.
O filme em si, gira em torno do conceito de pecado e em específico, do pecado da Gula. Os hábitos por trás da alimentação são questionados desde a Grécia Antiga. Para a doutrina Católica, alimentar-se é um ato normativo humano em que a única função é manter o corpo saudável, o excesso através da comida, bem como o prazer, são um estímulo do pecado da Gula. A Igreja entende que a gula torna-se responsável por pecados bem mais graves, tal como o acaloramento dos sentidos que conduz a luxúria, uma vez que o excesso de carnes (principalmente) e molhos picantes, excitaria o corpo e o espírito.
Portanto, a gula, principalmente na Idade Média, Moderna e ainda início da Contemporânea, foi um pecado altamente condenável. O filme deixa claro esse repúdio e é sobre essa limitação que seu roteiro permeia; a linha tênue entre a gula e o bem comer.
O filme trata de como os personagens tão alienados em suas convicções religiosas conseguem enxergar, ou melhor, visionar um novo formato de modus vivendi, sem necessariamente estar atrelado ao que a Igreja considera correto.
O encanto da Festa de Babette está exatamente nessa quebra de conceitos, nesse abrir de mentalidade. Durante o jantar, em um determinado momento, os personagens abandonam suas rixas, seus problemas e sua conduta religiosa para simplesmente saborear o bem comer, o trocar ideias, o experimentar.

A Festa de Babette é sem dúvida um clássico, bem produzido, com um roteiro impecável que faz-nos questionar como devemos medir nossa fé pelo bem viver, fazendo com reflitamos sobre o nosso apetite físico e o espiritual.

SAUVIGNON BLANC MARIA MARIA 2015

● Vinho da Semana 232017 - ● SAUVIGNON BLANC MARIA MARIA 2015 – COLHEITA DE INVERNO – SUL DE MINAS - BRASIL – A produção de vinho no Brasil tem se expandido para outras regiões além do Rio Grande do Sul onde se concentra cerca de 80% da produção, incluindo as regiões cafeeiras Sul de Minas e Mogiana, a região de Diamantina no norte de Minas, Goiás e região de Brasília, e ainda a região Nordeste do Brasil.           
Na região de Minas Gerais a dupla poda ou inversão do ciclo é a técnica que permite aos viticultores produzir uvas na época do inverno (dai o termo colheita de inverno) e não no verão, como ocorre normalmente. As fases de crescimento, maturação e colheita — que ocorrem no período das chuvas (primavera e verão) - passam a acontecer no período de seca (outono e inverno), resultando em vinhos de melhor qualidade e potencial de envelhecimento, explica o enólogo e PhD em Bordeaux, Murillo de Albuquerque Regina.
            Assim nasceram as vinícolas Luiz Porto, em Cordislândia, e Maria Maria (Fazenda Capetinga), em Três Pontas. A vinícola Maria Maria, conta com dez hectares com 21 mil pés de syrah, 8 mil de sauvignon blanc, 4 mil de cabernet sauvignon, além de chardonnay.
            No caso da Fazenda Capetinga, as uvas são levados para Caldas, no estado de Minas Gerais, onde a Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais) dirige um centro de produção. O produtor do Maria Maria é Eduardo Junqueira, um cervejeiro assumido, que iniciou seus passos no mundo do vinho após ouvir do médico os benefícios desta bebida ao coração. A saúde não estava muito boa e era preciso mudar!
Inspirado nos versos da canção homônima de Milton Nascimento, no meio dos seus cafezais, plantou as primeiras videiras e hoje colhe seus frutos. Eduardo Junqueira faz parte da quinta geração de uma das famílias mais tradicionais no plantio de café em Minas Gerais.
Apesar de serem novos, os vinhedos demonstram grande potencial. O solo argiloso local favorece aos vinhos brancos e também na produção de tintos de boa qualidade aliado à um inverno com amplitude térmica e seco, com pouca ocorrência de chuvas, ocorrendo cultura da vinha com poda invertida.
● Notas de Degustação: Vinho bem claro, cristalino. No nariz mostra algo de fruta tropical como um abacaxi de massa branca, cítricos como lima da pérsia, notas herbáceas e florais, toques minerais elegantes. Mostra no paladar um bom volume de boca, muita vivacidade, resultando num vinho refrescante. O perfil de boca repete o perfil olfativo, com notas herbáceas e de fruta branca. Fim de boca muito gostoso e que pede um segundo gole imediato. Um vinho muito fácil de beber e gostar.
● Estimativa de Guarda: Não guarde. Aproveite a fruta fresca deste vinho que está em seu melhor momento.
Notas de Harmonização: ótimo com qualquer tipo de cozinha japoneza, peixes, carnes brancas, crustáceos e mariscos. Servir entre 7 e 8°C.

Onde comprar: EM BH: ZAHIL – REX-BIBENDI - End.: Rua Antônio de Albuquerque, 917 - Funcionários, Belo Horizonte – MG. Esquina de Rua Levindo Lopes. Tel.: (31) 3227-3009.

REVELADO PAÍS LATINO AMERICANO QUE MAIS CONSOME ÁLCOOL NO MUNDO

REVELADO PAÍS LATINO AMERICANO QUE MAIS CONSOME ÁLCOOL NO MUNDO – (02/06/2017) - De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde, divulgada pela revista Tribe, em dados gerais pelas américas o primeiro lugar é do Canadá com 10 litros anuais em média consumidos por pessoas com mais de 15 anos, em seguida vem os EUA com 9,3 litros.
Da América Latina a Argentina é a campeã com 9,1 litros anuais por pessoa, seguido do Chile com 9 litros. Peru e Brasil empatados com 8,9 litros e Uruguai atrás com 6,8 litros.
Surpreendentemente os uruguaios tem diminuido ao longo dos anos o consumo. Em 2010 se registrava de 12,9 litros anuais por pessoa, em 2014 revelou-se 7,6 litros. Outro dado interessante é que o consumo de álcool argentino é de cerveja. Ela representa 60% de todas as bebidas alcoólicas consumidas no país.

O nível global do consumo de álcool, em 2016 foi de 6,4 litros. Para diminuir o consumo de álcool a OMS recomenda regular a comercialização de bebidas alcoólicas, limitar a disponibilidade de álcool e reduzir a demanda por meio de mecanismos fiscais e de preços. Mais em www.marcelocopello.com  / contato@marcelocopello.com Facebook – vinhocommarcelocopello  Instagram – marcelocopello I http://www.marcelocopello.com/blog

quinta-feira, 1 de junho de 2017

CASA RIO VERDE ESTARÁ PRESENTE NO "TIRADENTES VINHO & JAZZ FESTIVAL"

Casa Rio Verde presente no “Tiradentes Vinho& Jazz
Festival”, harmonizando as delícias de  Baco e boa música

A Casa Rio Verde/VinhoSite estará presente no Tiradentes Vinho & Jazz Festival, de 2 a 4 de junho, com um estande no romântico Largo das Forras, principal praça da cidade. Serão oferecidos para degustação seis vinhos do portifolio da importadora mineira: Adega de Borba Galitos (Portugal), Alcanta Roble e Madame Bobalu (Espanha), Casanova Antaño Reserva Merlot e Torreón de Paredes Reserva Cabernet Sauvignon (Chile), Finca El Origen Malbec (Argentina).
 A degustação dos vinhos funciona no sistema de cartelas, à venda no local por R$35 ( Premium), R$50 (Super Premium) e R$65 ( Gold) , com direito a cinco taças.
Ambiente ideal para a perfeita harmonização entre vinho e jazz, Tiradentes é uma das cidades mais charmosas do Brasil e palco de vários festivais ligados à cultura e à gastronomia.