quinta-feira, 28 de julho de 2016

CONCURSO O MELHOR SOMMELIER DO BRASIL 2016 - VINHOS DO ALENTEJO


Degustação "A Magia dos Grandes Vinhos do Mundo"

No embate às cegas entre estes dois ícones o Vega Sicilia saiu vencedor. Dois belos vinhos que fecharam com chave de ouro a noite de degustação!

Degustação "A Magia dos Grandes Vinhos do Mundo"

No embate às cegas entre Bordeaux e Borgonha ganhou o vinho bordalês!

Degustação "A Magia dos Grandes Vinhos do Mundo"

No embate às cegas entre a Potência do Novo Mundo e a Elegância do Velho Mundo, ganhou o italiano!

Degustação "A Magia dos Grandes Vinhos do Mundo"

No embate às cegas entre estes dois ícones chilenos o vencedor foi o Sena.

Degustação "A Magia dos Grandes Vinhos do Mundo"


Degustação "A Magia dos Grandes Vinhos do Mundo"


segunda-feira, 25 de julho de 2016

FESTIVAL INTERNACIONAL VIN DU TERROIR - LA CHARBONNADE


OS ESTADOS UNIDOS E A HISTÓRIA DO VINHO

“ OS ESTADOS UNIDOS E A HISTÓRIA DO VINHO “ - Poucos de nós lembrariam da presença americana na história do vinho, apesar de saber que eles tem hoje um padrão de qualidade muito bom, especialmente os californianos. Na libertação do domínio colonial, os americanos foram apoiados pela França, inimigos dos ingleses, havendo grande intercâmbio de cultura, e onde o gosto pela enogastronomia ganhou solo fértil. Entre os americanos apaixonados pelo vinho, temos um personagem único: Thomas Jefferson.
            Jefferson era um homem maior que suas proporções, com idéias indo além de seu tempo. Um dos arquitetos da independência, homem de farta cultura, que considerou entre suas maiores contribuições à história, além da Declaração de Independência e a fundação da Universidade de Virgínia, a introdução das oliveiras e do arroz na agricultura da Carolina do Sul. Sua casa em Monticello refletia nos detalhes seu gênero criativo, e seu jardim botânico foi precursor na introdução de várias espécies de plantas, que provavelmente cresceram pela primeira vez no Novo Mundo sob os cuidados dele, num pomar com 170 variedades de frutas e 250 espécies de vegetais. Monticello era a “casa grande“ de uma fazenda de 5000 acres, que popularizou progressos e práticas agriculturais, tais como a rotação das culturas e uso do arado. Além disto havia projetos inusitados, como o vinho subir da adega para a sala de jantar através de um estratégico elevador.
            Ele é descrito como o primeiro viticultor da América, patrono dos vinhedos norte-americanos, e sua luta se constituiu num contínuo replantio dos vinhedos, buscando alcançar qualidade, numa batalha perdida no cultivo das castas que nem sempre foram bem sucedidas. O sucesso do cultivo nos Estados Unidos da Vitis vinifera, as espécies clássicas européias seriam impossíveis até que aparecessem os pesticidas para controle de pragas destrutivas como a phylloxera e podridão negra. As primeiras mudas vindas do Velho Mundo chegaram em 1619, mas as uvas nativas eram mais promissoras. A insistência de Jefferson era pelas castas européias, que havia trazido do período em que foi embaixador americano na corte francesa (1785 a 1789), e que davam um vinho pobre de espírito. A história dos vinhedos de Monticello sugere a luta do ideal de produzir bons vinhos com uvas francesas, e depois a possibilidade de adaptarem-se castas alternativas de Vitis labrusca, o que chamou a atenção dos europeus que vieram observar o manejo dos vinhedos de Muscat Blanc e Sangiovese.
            A praga da phylloxera foi levada em mudas dos Estados Unidos para a França, onde se desenvolveu com rapidez espantosa graças ao fato das raízes européias serem mais tenras. Apesar dos esforços, a doença praticamente dizimou os vinhedos no Velho Mundo, até que os produtores resolveram testar enxertos de castas viníferas européias em “cavalos” americanos de raízes duras, que eram menos agredidos pela peste. Monticello participou do envio de mudas americanas para a Europa.
            Seus dois vinhedos foram localizados no coração sul do pomar, iniciados em 1807 com o plantio de 287 vinhas de 24 espécies européias, constituindo o mais ambicioso projeto de Jefferson. Foram organizados em 17 terraços estreitos, reservados para espécies recebidas de três fornecedores, dois deles italianos. Seu enólogo Filippo Mazzei, acreditava que a Virgínia  tinha solo correto e bom clima para desenvolver as uvas européias. Neste aspecto os vinhedos mais parecem um experimento, do que a perspectiva real de produzir vinho. Colheita após colheita os resultados iam de medíocres a médios e Jefferson teve que se contentar com o fato de não poder produzir um grande vinho que rivalizasse com os franceses.
Após sua morte, por descuido e por conta das pestes naturais, os vinhedos foram desaparecendo até que em 1985 o vinhedo Nordeste foi restaurado e o Sudeste em 1992, apoiados em espaldeiras desenhadas originalmente por Jefferson. Em 1988 foram produzidas 3000 garrafas de um corte de uvas brancas, e os vinhedos restaurados continuam a servir experimentalmente, crescendo de forma orgânica, sem uso de pesticidas tóxicos.
            Monticello deu ensejo nos últimos 25 anos, à criação do Circuito do Vinho da Virgínia, mostrando o potencial promissor. Pode-se visitar 64 vinícolas de bom porte, numa jornada que mergulha na história política e cultural da região. Os nomes dos vinhos e seus produtores estão integrados aos lugares históricos da Guerra Civil, tais como Shenandoah Valley, Charlottesvile, Williamsburg e Jamestown. Há vários festivais, e a alegria de receber os amantes do vinho é sentida em cada taça degustada.

Há bons brancos de Chardonnay, Viognier, Riesling e Pinot Gris, tintos frutados de Merlot, Cabernet Sauvignon e Franc, além de cortes de Bordeaux, e alguns espumantes estimulantes. Diferente do estilo californiano, onde a potência parece ser a característica básica dos vinhos, os da Virgínia são mais voltados para elegância, referenciando Jefferson que dizia em 1808: - “Nós poderemos nos Estados Unidos produzir uma variedade de vinhos tão grande quanto a que é feita na Europa, não exatamente do mesmo tipo, mas sem dúvida bons”.

STAR ANGEL BY MONTES 2007 – PASSO ROBLES – CALIFÓRNIA – ESTADOS UNIDOS

● Vinho da Semana 302016 - ● STAR ANGEL BY MONTES 2007 – PASSO ROBLES – CALIFÓRNIA – ESTADOS UNIDOS. Extraordinário e esperado lançamento, Napa Angel é a realização de um velho sonho dos geniais Douglas Murray e Aurelio Montes: elaborar um grande vinho no mais cultuado terroir do Novo Mundo para a casta, o Napa Valley.
            Selecionando uvas de excelentes vinhedos em Oak Knoll, Yountville e Coombsville, Aurelio conseguiu talhar vinhos com o mesmo espírito pioneiro da Viña Montes, combinando a opulência e potência dos grandes tintos californianos com uma impressionante finesse e toda a personalidade e caráter que são a marca registrada dos vinhos Montes.
 O clima mediterrâneo seco de Napa Valley é marcado por dias quentes de verão e noites frias, condições ideais para proporcionar um lento e uniforme amadurecimento das uvas, que irão apresentar grande equilíbrio entre o açúcar e a acidez natural. A ampla diversidade de solos e microclimas em que os vinhedos de Napa Angel são cultivados, permite a criação de prestigiados e especiais vinhos.
            A coleção de vinhos Napa Angel foi desenvolvida, dando origem a exemplares com elevada consistência e qualidade excepcional, misturando uvas de diferentes vinhedos, adicionando a bebida maior complexidade, finesse e equilíbrio.
Os vinhos Star Angel demonstram elegância, sutileza, complexidade e elevada concentração de sabor. Os exemplares dessa coleção incorporam o estilo da marca registrada de Aurelio, mostrando alguns dos potenciais mais marcantes e significativos da Califórnia.
 O Star Angel, maturado por 12 meses em barricas de carvalho francês, é longo e elegante, com perfil bem diferente de alguns Syrah superconcentrados elaborados na Califórnia.
● Notas de Degustação: cor rubi violáceo límpido e intenso, sem nenhuma marca de evolução apesar dos 9 anos de guarda. Aroma de ameixas maduras, especiarias, frutas secas como a avelã e pimenta preta, com notas de defumados. No paladar mostra taninos macios, num vinho fácil de beber apesar da complexidade, com belo paladar aveludado. Final longo e prazeroso.
● Estimativa de Guarda: Pode ser guardado por mais de 2 anos fácil, uma vez que a janela de beber indica entre 2013 a 2018.
Reconhecimentos: a Montes produz o Star Angel Aurelio’s Selection Syrah 2007 (92 pontos “WineSpectator”), irmão “maior” do Star Angel.
Notas de Harmonização: Indicado para pratos finos, carnes, assados, caças de pelo e queijos fortes. Servir entre 17 a 19°C.

Onde comprar: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100

SOLINERO TENUTA RAPITALA 2003 – SICILIA – ITÁLIA.

● Vinho da Semana 302016 - ● SOLINERO TENUTA RAPITALA 2003 – SICILIA – ITÁLIA. A Sicilia é um paraíso para os amantes de vinhos de frutas compotadas. Maior ilha do Mediterrâneo com 25 mil km2, a Sicília é, depois do Veneto, a maior região produtora de vinhos do país. Em pouco mais de duas décadas a enologia sicíliana saiu uma realidade pouco mais evoluída do que a da era greco-romana para o estado da arte da enologia mundial. Muitas foram as inovações:  conversão de vinhedos para novos métodos de condução das vinhas, controle dos rendimentos, pesquisa clonal, uso de irrigação, novas técnicas de colheita, vinificação, utilização de barris novos de carvalho, entrada de uvas estrangeiras como Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, e a consciência de que é importante valorizar as uvas locais, notadamente a tinta Nero à Avola. Esta cepa, que segundo enólogos locais geneticamente se parece muito com a Syrah, teria vindo para a ilha na antiguidade com os gregos de Avola, próxima a Siracusa.
Quando o nome da adega se traduz em "Belo Jardim de Deus", você espera que os vinhos que seus vinhos sejam etéreos, poderosos, e simplesmente divinos. A Tenuta Rapitalà produz vinhos que elegantemente atendem a essas expectativas celestes. A Rapitala foi a primeira vinícola siciliana para plantar variedades francesas, Rapitalà é verdadeiramente uma união de culturas - em 1968 o conde francês nascido Hugues Bernard de  la Gatinais casado com Gigi Guarrasi de Palermo herdou a propriedade da família Guarrasi que tinha sido destruída por um terremoto. Trabalhando juntos, eles reconstruíram a adega e replantaram as vinhas. Em 1976 a primeira colheita destinada ao engarrafamento foi feita. Hoje, o legado Rapitalà é dirigido por seu filho Laurent, que reflete paixão e arte evidente em cada gole.
● Notas de Degustação: 100% Syrah, com 12 meses em barricas de segundo e terceiro usos. Um vinho de cor evoluindo para granada, mas ainda muito escuro. Aroma notas de madeira, muitas especiarias picantes, mostra mineral terroso, frutas negras, e ervas aromáticas. O paladar é quente e largo no meio de boca, com boa estrutura de taninos, e acidez equilibrada. Umvinho bastante expressivo e imponente.
● Estimativa de Guarda: Creio que já está num ótimo momento. A rolha mostrava estar próximo do seu limite, mas eu arriscaria dizer que vai ainda por um ano em garrafa.
● Reconhecimentos: 90 Pontos Marcelo Copello.
Notas de Harmonização: acompanha muito bem carnes assadas (Bife de chorizo) e carne de caça assada, carnes vermelhas, queijos maduros, carne de porco curada. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH – CASA DO VINHO - End.: Loja Barro Preto - Av. Bias Fortes, 1543 – Barro Preto – Belo Horizonte (MG) - Tel: (31) 3337-7177. Loja Mangabeiras – Av. Bandeirantes, 504 – Mangabeiras – Tel: (31) 3286-7891.

HEARTLAND SHIRAZ 2010 – LANGHORNE CREEK – AUSTRÁLIA

● Vinho da Semana 302016 - ● HEARTLAND SHIRAZ 2010 – LANGHORNE CREEK – AUSTRÁLIA. Ben Glaetzer, Grant Tillbrook e Scott Collet se uniram, em 1999, na criação da vinícola Heartland Wines, localizada em Langhorne Creek. Engana-se quem pensa que formam um grupo de investidores. Os três integrantes da Heartland Wines não temem em por a mão na massa e, trabalhando juntos, conseguem realizar o sonho que tinham em comum de maneira mais rápida e eficiente: cultivar as melhores uvas que a Austrália poderia dar e produzir vinhos equilibrados, com a textura única dos vinhos do país.  
 Os produtores são fiéis ao estilo australiano, garantindo ao mesmo tempo uma estrutura equilibrada e atraente textura. Heartland Shiraz é uma pura expressão da variedade mais emblemática da Austrália.
● Notas de Degustação: Elaborado a partir de vinhas com 20 a 21 anos plantadas em solo arenoso de Langhorne Creek, este Shiraz apresenta notas de chocolate, pimenta e tabaco no nariz. Mostra ainda ameixas e cassis seguidas de notas florais, terrosas, de ervas secas, de especiarias picantes e de chocolate amargo. No paladar, impressiona pelo equilíbrio do conjunto, sendo um vinho estruturado e carnudo, tem ótima textura de taninos, acidez refrescante e final longo e cheio, com toques minerais. Mostra ainda notas de anis que se combinam a frutas negras maduras, que enchem o paladar em perfeito equilíbrio com taninos finos e suaves. Tem o perfil de um vinho moderno, com a fruta bem madura e o álcool dando uma sensação de leve doçura, mas sem os excessos de compota enjoativa. Excelente persistência final. Amadurece por 14 meses em barril de carvalho americano e francês
● Estimativa de Guarda: Creio que já está num ótimo momento, mas agüenta fácil mais 2 anos para bebê-lo.
● Reconhecimentos: Ben Glaetzer foi indicado por duas vezes ao Wine Enthusiast como “Enólogo do Ano”, em 2008 e 2009, Ben Glaetzer também foi reconhecido como uma das personalidades do vinho pela Robert Parker, em 2005 .
Notas de Harmonização: Churrasco; Cassoulet; Paleta de Cordeiro. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH – GRAND CRU – Av. Ns. do Carmo, 1650 - Sion  Belo Horizonte – MG. Tel.: (31) 3286-2796.

VMV EXCELLENCE 2015 – VENTOUX – VALE DO RHONE - FRANÇA.

● Vinho da Semana 302016 - ● VMV EXCELLENCE 2015 – VENTOUX – VALE DO RHONE - FRANÇA. VMV significa Vignerons du Mont Ventoux. Esta é uma adega cooperativa que funciona com 120 viticultores em uma área total de 1.000 hectares (AOC Ventoux).
            Como parte do seu desenvolvimento sustentável, a vinícola implanta um modelo de cultivo para fins educativos na entrada da aldeia de Bédoin no sopé do Mont Ventoux, com objetivo de: melhorar o trabalho diário dos viticultores, permitir que o público (escolas, população local, turistas, comunidades, imprensa), possa aprofundar seu conhecimento de viticultura, so ciclo de crescimento da videira, a partir de uvas locais. Além disto, promover produtos, solos e know-how do território, e testar novas técnicas de cultivo e rotas para os produtores de vinho. 
Os vinhedos têm mais de 23 variedades diferentes: Cinsault, Mourvedre, Carignan, Syrah, Grenache, Tempranillo, Caladoc, Clairette, Grenache Blanc, Viognier, Roussanne, e por isso alguns deles são muito antigos.
● Notas de Degustação: Cor rubi intenso. Aromas de frutas negras maduras como ameixa e cereja negra, com notas de alfazema e especiarias. No paladar, mostra muita fruta escura madura, sendo um vinho de médio corpo, equilibrado, intenso, com taninos macios e final prazeroso. Amadurece por 12 meses em barricas de carvalho francês.  Um vinho charmoso e acessível com uma bela relação de custo x benefício. Recomendo ter duas garrafas à mão. Corte de 60% Grenache e 40% Syrah.
● Estimativa de Guarda: Creio que está num ótimo momento, mas pode aguardar fácil por mais 2 anos.
Notas de Harmonização: Maminha acebolada, mignon ao molho madeira com purê de batata, filé à parmegiana, churrasco, nhoque com molho de linguiça fresca, lasanha de cogumelos. Perfeito para uma pequena refeição com amigos, sem confusão, porque é um vinho direto, fácil de gostar e de beber. Servir entre 17 e 18°C.

Onde comprar: Em BH – MON CAVISTE – Endereço: R. Curitiba, 2244 - Lourdes, Belo Horizonte - MG - Telefone:(31) 3291-1447 I Diamond Mall - Avenida Olegário Maciel, 1600 / piso L3 (próximo ao cinema). Belo Horizonte - MG – BR - Tel. : (31) 2535-2660 / WhatsApp : (31) 99803-2718 I Pátio Savassi - Av. do Contorno 6061 –Savassi - Belo Horizonte, MG I BH Shopping – Piso Mariana - loja 55 - Belo Horizonte – MG. Bar de vinhos. Rua Curitiba, 2244 - Lourdes. Telefone: 31 3291-1447.

ESPUMANTE EXTRA-BRUT ANGUS GUATAMBU – CAMPANHA GAÚCHA - BRASIL

● Vinho da Semana 302016 - ● ESPUMANTE EXTRA-BRUT ANGUS GUATAMBU – BRASIL. A Guatambu é uma vinícola boutique que trabalha com administração familiar, em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas, em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha, desde 2003. Situada no coração do pampa gaúcho, na fronteira com o Uruguai, o cultivo da videira é marcado por um terroir com mais de 2.300 horas de luminosidade durante o período vegetativo da videira e escassez de chuvas no verão, garantindo a maturação fenólica das uvas e a opulência de seus vinhos.
Elaborado com 100% de uvas Chardonnay, colhidas manualmente de vinhedos próprios, este espumante é um lote especial criado pela Vinícola Guatambu para a Associação Brasileira da raça Angus. Foi elaborado pelo método champenoise, no qual a segunda fermentação acontece na garrafa, permanecendo por no mínimo 12 meses em contato com as leveduras. Parte do vinho base (25%) passou por barril de carvalho francês de primeiro uso.
 O espumante Angus Extra Brut está entre os melhores do ano segundo o Guia Descorchados Brasil 2016. Maior referência em vinhos da América do Sul, o Guia Descorchados chega a 18ª edição este ano e também destacou outros dois rótulos da Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito (RS): Guatambu Nature e Guatambu Extra Brut.
 O espumante Angus Extra Brut foi lançado durante a Expointer 2015 em evento na sede da Angus no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
            Das 226 amostras de bebidas avaliadas em degustação promovida no Vale dos Vinhedos, 18 foram classificadas entre os melhores do ano, sendo dois deles os rótulos Angus Extra Brut e Guatambu Nature. Ambos, somaram 91 pontos e também integram as categorias de Melhor Método Tradicional do Ano e Melhor Extra Brut do Ano e Melhor Nature do Ano, respectivamente. Já o Guatambu Extra Brut somou 87 pontos e aparece entre os melhores espumantes do tipo Extra Brut.
            O Espumante Angus Extra-Brut é uma parceria da Guatambu com a Associação Brasileira de Angus. Elaborado com uvas Chardonnay, colhidas manualmente, é produzido pelo processo champanoise. Este é o segundo rótulo produzido pela vinícola para a Associação, que em 2014 lançou o Vinho Angus Tannat.
● Notas de Degustação: cor amarela palha bem clara, com tons verdes platinados, perlage fina e abundante, resultando em uma coroa cremosa e persistente. Aromas finos de frutas de polpa branca, como ameixa branca e pêra, em segundo plano, aparecem notas delicadas de pão tostado e leveduras. No paladar apresenta boa cremosidade, com muito frescor e as notas de frutas e leveduras estão em perfeita harmonia e equilíbrio.
● Estimativa de Guarda: Beba-o de vez, mas pode ser guardado fácil por até 2 anos após a safra.
● Reconhecimentos: O espumante Angus Extra Brut está entre os melhores do ano segundo o Guia Descorchados Brasil 2016.
Notas de Harmonização: ótimo para recepcionar amigos, para bebericar, vai bem com canapés, com crustáceos, camarões, carnes brancas, risotos e massas de frutos de mar. Servir entre 7 e 8 °C.

Onde comprar: Em BH – HIPPER FRIOS - Feira dos Produtores - Av. Cristiano Machado, 1950 - Cidade Nova, Belo Horizonte - MG, 31170-800 – Tel.: (31) 3484-5357 I Delikatessen - Rua Alberto Cintra, 32 - Cidade Nova. Telefone: (31) 3466-1693 – (31) 9731-1324.

CURSO DE INFORMAÇÃO BÁSICA DE VINHOS

● 24 e 31.AGO.2016 – 4ª.feiras – 20:00 hs – BH / CURSO DE INFORMAÇÃO BÁSICA DE VINHOS - Uma verdadeira viagem enogastronômica e histórica, conduzida pelos aromas e sabores do vinho, onde o roteiro tem início e não tem ponto para terminar!. Descomplicando o tema, o curso desenvolve os sentidos para a degustação com mais propriedade das características do vinho. Duas aulas sobre a história do vinho, os principais países produtores e as uvas mais emblemáticas. Aprenda a degustar corretamente o vinho, descrevê-lo, armazená-lo, escolher a taça correta e a interpretar rótulos de forma simples e descomplicada. No Curso Básico de Informações de Vinhos você fará um passeio pelos países produtores mais importantes, conhecerá as características de cada variedade de uva, tipos de taças, as rolhas, temperatura ideal de armazenamento e consumo, aprenderá a decifrar os diferentes rótulos, e fará uma introdução à harmonização entre vinhos e comidas. Assuntos desenvolvidos: História do Vinho, Principais Castas Viníferas e Uvas, O Vinho e sua Elaboração, Tipos de Vinhos (brancos, tintos, rosés, espumantes e fortificados). O Enólogo, o Sommelier e o Enófilo. Análise Sensorial do Vinho: Avaliação Visual, Avaliação Olfativa, Avaliação Gustativa, Avaliação Global. Técnicas e Tipos de Degustações. Guarda e Serviço do Vinho. Acessórios do Vinho. Formação de Adegas. Harmonizações de Vinho e Comida. Principais Regiões Produtoras. Degustações Orientadas. Críticos, Guias, Revistas de Vinhos e Notas de Críticos. Ficha de Avaliação - SOMENTE 12 VAGAS. Reservas pelo Tels.: 98839-3341 (Márcio Oliveira).  Valor Individual: R$ 400,00 (pode ser pago de 2 vezes) - Local: Rua Dominicanos, nº 165- SL.605 - Serra - Belo Horizonte. Horário: 20:00 horas. O Participante do Curso recebe a apostila “ ABC DA DEGUSTAÇÃO DE VINHOS ” e degusta no mínimo 12 vinhos diferentes (mínimo de 6 rótulos a cada Encontro). Datas e programas passíveis de alteração. Os eventos de Vinhos do Márcio Oliveira são para maiores de 18 anos. 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

O VINHO CHIANTI – PARTE 2

Escrevi o artigo “ O VINHO CHIANTI – PARTE 2 “ - A Toscana é um jardim de videiras, rodeado por delícias enogastronômicas, especialmente nas localidades próximas à Florença. A tradição vitivinícola está voltada majoritariamente para o vinho tinto. O Chianti, o Brunello di Montalcino, o Vino Nobile di Montepulciano, o Carmignano e o Morellino di Scansano são apenas alguns dos exemplos dos famosos tintos toscanos.
Ainda que a produção dos vinhos brancos seja interessante, fica sufocada pela fama e imponência dos tintos. Uma das uvas brancas mais interessantes encontradas na região é a Vernaccia di San Gimignano, da qual se produz o vinho do mesmo nome. Destaque também para a Trebbiano Toscana, Malvasia Bianca, Malvasia di Candia e Ansonica, nome toscano da uva Inzolia da Sicília.
Dentre as uvas tintas, a que se sobressai é a Sangiovese, largamente difundida e cultivada, capaz de produzir vinhos excepcionais.
Por decreto ministerial de 1932, a zona do Chianti compreende o entorno de Florença, como as colinas de Chianti, o vale de Elsa e Siena. São sete denominações. A região do Chianti Classico é a de maior  destaque, formada por nove comunas: Castellina in Chianti, Gaiole in Chianti, Greve in Chianti, radda in Chianti, Barberino Val d´Elsa, Castelnuovo Berardenga, Poggibonsi. San Cassiano in Val di Pesa e Tavamelle Val di Pesa.
O alinhamento com a Comunidade Européia foi fator decisivo para a retomada da produção de vinhos de alta qualidade e o estabelecimento legal das denominações de origem, quando em 1963, o decreto 930 de 12/02 introduziu um sistema que assinalava uma divisão clara entre os vinhos considerados “de mesa” e aqueles de maior qualidade. Com esta lei, criou-se a sigla de VQPRD (Vino di Qulaitá Prodotto in Regione Determinada).
A partir da safra de 1984, o CHIANTI tornou-se um vinho de Denominação Controlada e Garantida, DOCG. Com a inclusão da denominação, a quantidade de vinho no mercado diminuiu pela metade, pois alguns produtores medíocres não conseguiram produzir na qualidade mínima requerida. Ainda assim a produção é imensa.
Os Chianti Classico Riserva são por lei, amadurecidos pelo menos dois anos em carvalho e envelhecidos três meses em garrafa, mas muitos produtores, em busca da excelência, trabalham seus vinhos por mais tempo. Os melhores Têm corpo médio (típico da casta), e elegantes aromas de figo, ameixa, frutas compotadas e especiarias. Boa parte tem complexidade aromática, com toques oxidativos que costumam encantar quem os degusta.
v AS ZONAS DE PRODUÇÃO: O sistema de produção italiano define principalmente a zona geográfica da denominação; as uvas e os percentuais com os quais os vinhos devem ser produzidos; o rendimento máximo das uvas por hectare; a graduação alcoólica mínima; a tipicidade dos vinhos contemplados pela região de denominação; o tempo mínimo de afinamento antes da liberação ao mercado, além de características químicas e físicas e qualidade organoléptica.
O sistema de produção italiano define principalmente a zona geográfica da denominação; as uvas e os percentuais com os quais os vinhos devem ser produzidos; o rendimento máximo das uvas por hectare; a graduação alcoólica mínima; a tipicidade dos vinhos contemplados pela região de denominação; o tempo mínimo de afinamento antes da liberação ao mercado, além de características químicas e físicas e qualidade organoléptica.


O sistema é construído nas categorias idealmente concebidas em uma “pirâmide di qualitá”, na qual está no vértice o nível qualitativo mais alto.
As categorias, partindo do nível de qualidade mais baixo até o mais elevado são Vino da tavola, IGT (Indicazione Geográfica Típica), DOC (denominazione di Origine Controllata), DOCG (denominazione di Origine Controllata i Garantita).
Instruções adicionais de algumas denominações estabelecem atribuições acessórias para vinhos que possuem características de produção particulares e que tenham indicadas no rótulo as seguintes terminologias:
CLASSICO: indica um vinho produzido na zona historicamente mais típica e normalmente a parte onde se iniciou a denominação, como por exemplo Chianti Classico, elaborado exclusivamente na área delimitada de Florença.
SUPERIORE: indica um vinho que possua grau alcoólico maior que o mínimo estabelecido na denominação, como por exemplo, Bardolino Superiore. Usualmente esse valor é de cerca de 0,5 grau alcoólico maior.
RISERVA: indica um vinho que tem período de afinamento (em barrica e garrafa) mais longo comparativamente ao estabelecido como requisito mínimo da denominação, como por exemplo, Agliânico Del Vulture Riserva, no qual o período de afinamento é de 12 meses.
O mercado está repleto de Chiantis, mas nem todos são bons, o ideal é garimpar, pois algumas surpresas são vinhos excepcionais. Se for possível opte pelos vinhos da região Classico, ou ainda pelos Galo Nero.
v LENDAS EM TORNO DO CHIANTI:
A história do vinho de Chianti é repleta de lendas, e uma delas conta que as cidades de Florença e Siena viviam brigando pelas extensões de seus vinhedos. Depois de algumas batalhas, a Igreja e o Duque Cosimo de Médici 3º - Grão-Duque da Toscana, interferiram no conflito e ficou decidido que num dia determinado, ao raiar do dia e o galo cantar, um cavaleiro sairia de Florença, armado no seu cavalo e outro sairia de Siena. Onde eles se encontrassem, seria o limite dos vinhedos de uma cidade e de outra. Para tanto, Siena fez um concurso para escolher o galo que cantaria ao raiar do dia, escolhendo um campeão, um típico Chester, de peito inflado e espora armada. Já Florença, escolheu um galo magrinho, preto, morto de fome ! Resultado: ao primeiro raio de sol, o galo de Florença cantou e o cavaleiro saiu correndo, ganhando espaço para os vinhedos serem reconhecidos como florentinos O galo de Siena, bem alimentado, depois de uma noite de folia no galinheiro, só acordou com o sol já indo alto. Quando o cavaleiro de Siena montou no cavalo e saiu na estrada, praticamente o representante de Florença já estava chegando à muralha da cidade. Oficialmente, o cavaleiro florentino estava a cerca de 12 Km de Siena. Acordo feito, resultado colhido, Siena e Florença respeitaram os limites determinados neste encontro. Os produtores de Florença comemoram até hoje o feito, dando aos melhores produtos o scudetto del Galo Nero. Florença ficou com o território maior para fazer os Chianti Clássicos. Siena ficou com a denominação genérica Chianti. Si non é vero ...
v AS DOC DA TOSCANA
DOCG BRANCOS: Vernaccia di San Ginignano (Vernaccia)
DOCG TINTOS: Brunello di Montalcino (Sangiovese Grosso) I Carmignano (Sangiovese, Canaiolo Nero, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc) I Chianti Classico (Sangiovese, Canaiolo Nero, Malvasia, Trebbiano)
Chianti de outras zonas: Colli Aretini, Colli Fiorentini, Colli Senesi, Colline Pisane, Montalbano, Montesperto, Rufina (Sangiovese, Canaiolo Nero, Malvasia, Trebbiano)
Vino Nobile di Montepulciano (Sangiovese Grosso, Canaiolo Nero)

Os vinhos de Chianti mostram muito da alegria do vinho italiano, é impossível não se apaixonar por eles. Experimente uma boa taça, com Saúde !.

PERDRIEL DEL CENTENARIO 2003 - ARGENTINA

● Vinho da Semana 29/2016 - ● PERDRIEL DEL CENTENARIO 2003 - ARGENTINA – A vinícola Norton foi a primeira a se instalar ao sul do rio Mendoza em 1895, quando o inglês Edmund J. P. Norton plantou suas videiras, fascinado com o local. Dizem que na realidade, o inglês foi um engenheiro envolvido na construção do trem que ligaria Mendoza ao Chile, quando se apaixonou por uma bela argentina e resolveu formar a sua família na região. Seu sogro, muito generoso, doou 50 hectares de terra para que o casal começasse a vida, com videiras trazidas da França. Pouco depois, Norton comprou mais 50 hectares de terra ali mesmo, em Perdriel, Luján de Cuyo, e iniciou a construção da vinícola. Consta ainda na história que o casal teve 10 filhos.
Um século depois, a mesma fascinação levou o empresário Gernot Langes Swarovski (conhecido no ramo dos cristais) a comprar a vinícola, que ganhou grande impulso sob seu comando. Com sua própria marca e nome, é a vinícola número um da Argentina em exportação de vinhos de alta qualidade.
A vinícola combina produção quase artesanal com alta tecnologia. Na atualidade, a Norton é uma das vinícolas líderes e tradicionais de maior trajetória na Argentina e com presença nos principais mercados do mundo.
A vinícola oferece uma visita guiada com degustação de vinhos chamada “Cresciendo Junto Al Vino” (crescendo junto ao vinho), que permite acompanhar a evolução de um vinho Malbec através de degustações em diferentes etapas do processo de produção. Esta possibilidade de degustar um vinho direito do tanque ou do barril, antes de ser engarrafado, é um dos fatores que mais atrai visitantes para conhecer a vinícola. A visita tem um custo de 40 pesos argentinos por pessoa, uma duração aproximada de uma hora.
Em comemoração ao seu centenário foi criado este vinho, com um corte especial a partir das variedades mais antigas e representativas da Finca. A partir dos anos 2000, um dos principais objetivos da empresa foi aumentar a abrangência internacional. Seus vinhos estão atualmente em mais de 60 países pelo mundo, incluindo o Brasil, onde vários deles podem ser encontrados em supermercados e restaurantes.
A produção anual não é divulgada, pois eles trabalham de acordo com a demanda do mercado. Como a economia da Argentina não tem muita estabilidade, esse número pode variar bastante. Porém, a bodega tem atualmente cerca de 700 hectares de vinhedos, mais de 80 tanques de fermentação e 2 mil e 500 barricas de carvalho. Um patrimônio em tanto!
● Notas de Degustação: cor rubi ainda violáceo límpido e intenso, sem grande marca de evolução. Aroma especial de ameixas maduras, especiarias, frutas secas como a avelã e pimenta preta. No paladar é possível sentir taninos doces, num vinho fácil de beber e paladar aveludado. Final longo e prazeroso. Costuma passar 100% em barricas novas de carvalho francês por 16 meses e 12 meses em garrafa.
● Estimativa de Guarda: Pode ser guardado por mais de 15 anos fácil.
Reconhecimentos: Wine Enthusiast - 91 pts. Safra 2008: Robert Parker - 90 pts.
Notas de Harmonização: Indicado para pratos finos, carnes, assados, caças de pelo e queijos fortes. Servir entre 17 a 19°C.

Onde comprar: Importado pela WineBrands. Este exemplar em especial, estava em adega há 13 anos. 

PEQUENAS PRODUCCIONES MALBEC 2011 ESCORIHUELA GASCÓN – MENDOZA – ARGENTINA

● Vinho da Semana 292016 - ● PEQUENAS PRODUCCIONES MALBEC 2011 ESCORIHUELA GASCÓN – MENDOZA – ARGENTINA – Ao final do século passado, Don Miguel Escorihuela Gascón, um dos homens mais visionários de seu tempo e com grande determinação, deu origem a uma das empresas de vinhos com mais prestígio da Argentina. Desde o início, seu maior objetivo sempre foi elaborar vinhos de alta qualidade. E para tanto, sempre levou em consideração o cuidado com as vinhas, a tecnologia, uma equipe de enólogos renomados e competentes.
Essa é a fórmula para ter seus vinhos ocupando uma posição privilegiada no mercado nacional e internacional, com um alto grau de satisfação de seus consumidores. As expressões argentinas típicas da Malbec já são reconhecidas por todos, mas este exemplar da casta é diferente. A vinícola Escorihuela Gascón, a mais antiga de Mendoza, traz nesta linha vinhos com uma produção menor e caráter único. O que esperar de um Malbec tão especial? Notas florais de violetas, cassis e cerejas no nariz, marcantes. Em boca, a estrutura fala por si só, e todas as nuances dos aromas mostram-se ainda mais intensas, acompanhadas por taninos macios e um longo e frutado final. Um vinho elegante e particular, que vale uma degustação!
A Bodega Escorihuela, era inovadora e suspeita-se que o primeiro vinho 100% Malbec foi feito por ela. Em 1993, passou a pertencer ao “winemaker” Nicholas Catena, que investiu pesadamente na modernização da bodega para adequá-la às exigências do mercado atual.
● Notas de Degustação: Cor rubi intenso. Aromas de frutas negras maduras como cassis, e ameixa negra, com notas de violeta, especiarias e tostado. No paladar, mostra muita fruta escura madura, num vinho encorpado, equilibrado, intenso, elegante, com taninos macios e final longo e frutado. Passa 12 meses em barricas de carvalho francês e americano e mais 2 anos na garrafa antes de chegar ao mercado.
● Estimativa de Guarda: Creio que já está num ótimo momento. A janela de consumo estima até 10 anos.
● Reconhecimentos: 92 Pontos Guia Descorchados 2013. 92 pontos Tim Atkin.
Notas de Harmonização: acompanha muito bem carnes assadas (Bife de chorizo) e carne de caça assada. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH – GRAND CRU – Av. Ns. do Carmo, 1650 - Sion  Belo Horizonte – MG. Tel.: (31) 3286-2796.

CALITERRA TRIBUTO MALBEC 2011 - CHILE

● Vinho da Semana 292016 - ● CALITERRA TRIBUTO MALBEC 2011 - CHILE – A Viña Caliterra foi criada em 1996 no Vale do Colchagua, a partir de uma parceria entre a família de Robert Mondavi e a Viña Errázuriz, que atualmente controla toda a propriedade, que cobre uma área de 1.085 hectares, onde 75% da terra está intocada.
A vinícola mantém seu status sustentável com projetos de reflorestamento, planos para a proteção contra erosão, projetos de reciclagem, uso inteligente de água, garrafas leves, e incentivando manadas de cavalos selvagens para reduzir o risco de incêndios.
“Não basta fazer vinhos de ótima qualidade. Tem que fazer com cuidado para ajudar a garantir recursos naturais para os nossos netos e outras gerações além deles", disse Sergio Cuadra, enólogo da Caliterra.
O grupo Errazuriz possui alguns dos mais famosos vinhedos do Chile, entre eles Seña, Chadwick, Errazuriz e Arboleda. A vinícola Caliterra tem 276 hectares de vinhedos em três diferentes terroirs estabelecidos de acordo com a variedade ideal para cada localidade, cultivados nos conceitos de manejo sustentado e viticultura de precisão: em Colchágua Viognier, Merlot, Carménère, Cabernet Sauvignon, Syrah, Malbec e até Garnacha; em Casablanca Chardonnay; em Leyda Sauvignon Blanc.
Também é importante esclarecer que a Caliterra foi a primeira vinícola chilena adepta ao conceito de sustentabilidade (2008) em harmonia com o meio ambiente conforme os protocolos de “Práticas de Boa Agricultura e Produção Limpa”.
VITICULTURA SUSTENTÁVEL - Técnicas vitícolas sustentáveis são realizadas em todos os vinhedos Caliterra, com destaque para a não utilização de pesticidas, agricultura de precisão, corredores biológicos em torno dos vinhedos, cavalos soltos nos campos (cerca de 48) para, no inverno, comerem grama nas proximidades dos vinhedos que em alguns setores estão cercados de vegetação nativa para proliferação dos inimigos naturais das pragas que atacam os vinhedos.
SANIDADE VEGETAL - Caliterra trabalha de acordo com s normativas do IPM – Manejo Integrado de Pestes; uma combinação de métodos biológicos, químicos e de cultivo que minimizam o impacto no meio ambiente.
● Colocação em marcha de programas fitossanitários amigáveis com o entorno baseados na utilização de produtos de baixo impacto para a saúde e o meio ambiente.
● Privilegia-se o controle biológico das pestes mediante o aumento da diversidade com utilização de vegetais e o uso de produtos de baixo impacto para os inimigos naturais.
● Uso de sistemas avançados de monitoramento, que permitem a segregação de áreas de controle.
● Rotação dos produtos utilizados com o objetivo de prevenir a resistência.
Os vinhedos localizados no setor de exposição norte são mais quentes, havendo, portanto, um grande número de lebres que se alimentam dos troncos dos vinhedos. Por isso são utilizadas capas plásticas transparentes, mas o controle também se dá através da criação de aves de rapina de hábitos noturnos que não permitem a multiplicação das lebres caçando-as.
As linhas de vinhos Caliterra:
Reserva – Monovarietais
Tributo – Vinhos oriundos de um único vinhedo.
Edición Limitada –  Vinhos elaborados com as melhores uvas de cada temporada, portanto, sua composição é variável. Vinhos amadurecidos em barricas novas francesas (30% do vinho) durante 18 meses.
Cenit – o topo da pirâmide, o ícone da Vinícola Caliterra.
● Notas de Degustação: Coloração rubi opaca, borda purpúrea. Uma proposta sedutora da casta com abundante aroma floral (violeta), folha de tabaco, canela e impressões terrosas. Encorpado, cheio de energia e frescor, por sinal uma marca dos novos tintos do produtor. Muito longo e amável na textura. Corte de 95% Malbec, 5% Syrah. Passa 12 meses em barricas de carvalho francês (10% novas).
● Estimativa de Guarda: Creio que já está num ótimo momento. A janela de consumo estima até 6 anos para bebê-lo.
Notas de Harmonização: Churrasco; Cassoulet; Coxa de pato confitada em fava de baunilha, servida sobre refogado de lentilhas de Puy; Dobradinha à Toscana. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH -Enoteca Decanter- Rua Fernandes Tourinho, 503 – Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone: (31) 3287-3618. ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452 - Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 - Belo Horizonte | MG

BENMARCO MALBEC 2013 – DOMÍNIO DEL PLATA – MENDOZA - VALE DO UCO - ARGENTINA.

● Vinho da Semana 292016 - ● BENMARCO MALBEC 2013 – DOMÍNIO DEL PLATA – MENDOZA - VALE DO UCO - ARGENTINA. A Dominio del Plata é a consagração de todos os esforços da enóloga Susana Balbo. Resultado de anos de metas de trabalho, essa adega é um sonho realizado. Caracterizada por seu design único e simples, a vinícola é equipada com o que há de mais moderno no mundo do vinho e visa a produção de vinhos de alta qualidade. Em 2009 recebeu o certificado de ISO 22000, que mostra toda a sua força e desempenho para atender os mais altos padrões internacionais.
Hoje a Domínio del Plata tem como filosofia três ideais: o forte compromisso com a natureza, a implementação de práticas sustentáveis, garantindo ao consumidor a certificação das normas de qualidade internacionais e a preocupação com a comunidade em torno da vinícola. Por isso, participa de projetos sociais e fornece apoio financeiro ao Alto Agrelo e ao College Football de Agrelo. E em 2009 fundou a Fundação Dominio del Plata que visa proporcionar educação para os filhos dos funcionários da vinícola e as crianças da comunidade de Agrelo.
A vinícola Domínio del Plata está localizada aos pés da Cordilheira dos Andes, na região de Agrelo, Lujan de Cuyo, Mendoza. Esta pequena e bela região é caracterizada pela altitude em relação ao nível do mar, que mede em torno de 1000mts, pela água pura que vem do degelo dos andes e por produzir uvas maduras e de ótima qualidade.
Os invernos são muito rigorosos, e o verão com dias temperados ou amenos e noites muito frias. A média de amplitude térmica diária é de 15ºC.
O solo de Agrelo é pedregoso, aluvial, com areia grossa e baixa fertilidade. Ainda apresenta alta permeabilidade, e não possui problemas de drenagem.
● Notas de Degustação: Cor rubi intenso. Aromas de frutas negras maduras como cassis, ameixa e cereja negra, com notas de incenso, alfazema, especiarias e tosta. No paladar, mostra muita fruta escura madura, sendo um vinho encorpado, equilibrado, intenso, com taninos firmes e final longo. Este vinho tem um corte de Malbec (90%) e Bonarda (10%) e passa 13 meses em barricas de carvalho francês e americano.
● Estimativa de Guarda: Creio que já está num ótimo momento. A janela de consumo estima até 8 anos.
● Reconhecimentos: 92 pontos Robert Parker (2013). 89 Pontos Stephen Tanzer Safra 2009.
91 Pontos Robert Parker Safra 2009. 92 Pontos Guia Descorchados 2013 Safra 2009.
Notas de Harmonização: Maminha acebolada, mignon ao molho madeira com purê de batata, filé à parmegiana, churrasco, nhoque com molho de linguiça fresca, lasanha de cogumelos. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: – Importado pela CANTU - Em BH a CANTU é representada por Ana Paula Diniz – Supervisora da Cantu Importadora I Tel.: (31) 98876-0694.

KOYLE RESERVA MALBEC 2011 – ALTO COLCHAGUA – CHILE

● Vinho da Semana 292016 - ● KOYLE RESERVA MALBEC 2011 – ALTO COLCHAGUA – CHILE – Quem foi que disse que o Chile não é lugar de Malbec? O país tem despertado um grande potencial para o cultivo desta casta e os exemplares que nascem por lá estão dando o que falar! Este vinho produzido de maneira biodinâmica, oferece a mineralidade e complexidade do terroir de Colchagua, onde as uvas são cultivadas.
Sabendo que clima e solo são fatores primordiais para a produção de vinhos de alta gama, a Viña Koyle se estabeleceu no terroir de Los Lingues, no Alto Colchagua, e abriu as portas em 2006. A Koyle é uma vinícola moderna, da família Undurraga, e que investiu no trabalho de Pedro Parra, e assim sendo, seus vinhedos têm orientação biodinâmica e buscam extrair o máximo possível da conexão da vinha com o cosmo no qual está inserida – é exatamente isso o que buscam a cada garrafa que sai da vinícola.
A região de Los Lingues é um terroir privilegiado e dá frutos bem maduros e com muita cor, e não é à toa que outras vinícolas como a Casa Silva e a Santa Helena lá estão instaladas.
● Notas de Degustação: Cor rubi concentrada, escuro e denso. Complexo e potente, com frutos negros bem maduros no olfato, compota de cereja e ameixas secas, com nota muito doce de caramelo e pétalas de violetas, por fim um toque de tabaco e terra úmida no nariz. A boca está marcada por prazerosa potência tânica, marcada pelo frescor mentolado, passando pela fruta compotada e depois frutas secas, finalizando com uma nota de boa mineralidade. Belo equilíbrio e harmonia. Um corte que recebe 10% de Syrah e 3º de Cabernet Sauvignon.
● Estimativa de Guarda: Beba-o de vez, mas pode ser guardado fácil por 6 anos após a safra, e portanto está em boa hora.
● Reconhecimentos: 90 pontos Guia Descorchados.
Notas de Harmonização: vai bem com lasanha de berinjela, picanha na brasa, quibe assado, picadinho, massas com molho untuoso, lombo de porco com chimichurri, picanha grelhada e risoto ao funghi. Servir entre 16 e 18 °C.

Onde comprar: Em BH – GRAND CRU – Av. Ns. do Carmo, 1650 - Sion  Belo Horizonte – MG. Tel.: (31) 3286-2796.

10 a 19 NOV 2016. CHILE VINHOGOURMET EXPERIENCE com participação na MOVINIGHT IV.

10 a 19 NOV 2016. CHILE VINHOGOURMET EXPERIENCE com participação na MOVINIGHT IV.Uma viagem de conhecimento na procura dos Paladares e Aromas dos Vinhos Chilenos percorrendo vários dos vales vitivinícolas mais destacados, como COLCHAGUA ao sul, SAN ANTÔNIO próximo à Costa, CASABLANCA entre a capital e Valparaíso, continuando ao norte para ACONCAGUA instalado numa área semidesértica no meio caminho entre os Andes e o Oceano Pacífico, finalizando com MAIPO abraçando a sua vibrante capital de SANTIAGO. Neles visitando e degustando alguns dos seus ícones, mas também nos adentrando no mundo das pequenas vinícolas mais desconhecidos, membros da MOVI (Movimento de Vinhateiros Independentes) que nasce em 2009 com 12 pequenos produtores e hoje a Família já cresceu com 32 membros. Desde 3 anos atrás organizam um interessante e atrativo encontro e Feira onde todos os seus membros participam oferecendo seus vinhos e até podendo ser adquiridos, misturando gastronomia e música. Esta festa convoca a simpatizantes, amantes e especialistas do vinho realizando um passeio de sabores, sensações e contato direto com os seus produtores. Este encontro é o chamado MOVI NIGHT que este ano será a sua IV Edição no 11 NOV. Uma Jornada de boas experiências gastronômicas, com um produtor de AOVE (Azeite de Oliva Virgem Extra) e de Queijo de Cabra, como culturais, conhecendo também o universo do internacional Pablo Neruda através das suas ecléticas casas cheias de histórias.
1º Dia. 10 NOV. 5ª feira. CIDADE ORIGEM - SANTIAGO. Voos com LATAM das diversas cidades de origem com destino a Santiago via São Paulo. Tarde livre. Jantar de Boas Vindas em Restaurante destacado da cidade na lista dos 50 Melhores de América Latina.
2º Dia. 11 NOV. 6ª feira. SANTIAGO – MAIPO-SANTIAGO. Saída para o sul, ao extenso Vale do Maipo, para visita com degustação do destacado produtor Viña Pérez Cruz junto a Maipo Alto para terminar, próximo a Paine, com visita e degustação a Viña Educativa “Paseo del Vino”  do conhecido enólogo Roberto Muñozonde realizar uma oficina de produção de vinho seguido de Almoço. Retorno a Santiago para participar da MOVI Night IV Edição com degustações, gastronomia e musica.
3º Dia. 12 NOV. SAB. SANTIAGO – COLCHAGUA. Traslado a Sta. Cruz, no coração do Vale de Colchagua. Acomodação de 2 noites no aconchegante Hotel Santa Cruz Plaza 4* de arquitetura colonial, localizado no centro da cidade, próximo aos Museus de Colchagua e Artesanato de Lolol e Casino de Colchagua, do mesmo grupo do Hotel, recebidos com um Vinho de Boas Vindas na sua VinotecaAlmacruz.  Tarde livre. Jantar de Boas Vindas a Colchagua.
4º Dia. 13 NOV. DOM. COLCHAGUA. De manhã, visita com degustação de um grande produtor como Viña Santa Cruz com traslado em teleférico ao Cerro Chamán com o seu Observatório e atividade “Faça o seu próprio Vinho”. À tarde, visita de um pequeno produtor membro da MOVI tipo Laura Harwig, Owm ou Alchemy.
5º Dia. 14 NOV. 2ªfeira. COLCHAGUA – SAN ANTONIO – ISLA NEGRA – ALGARROBO -CASABLANCA. Saída ao coração do Vale de San Antonio para visita cp, degustação da conceituada Viña Amayna. Um pouco mais adiante, já junto a praia, visita da famosa e encantadora casa de Pablo Neruda de Isla Negra onde realizar o Almoço. A tarde prosseguimento a vizinha cidade de Algarrobo ainda na costa onde visita com degustação de um produtor de AOVE (Azeite de Oliva Virgem Extra) e um pequeno produtor de “garage” Tinta Tinto do Roberto Carrancá que até 2015 foi o enólogo chefe da Viña Indómita em Casablanca agora produzindo o seu próprio vinho em pequena escala.No final do dia, acomodação de 1 noite no Hotel Ruta Del Vino Casablanca Spa&Wine. A noite Jantar harmonizado no próprio hotel.
6º Dia. 15 NOV. 3ªfeira. CASABLANCA-VALPARAÍSO. De manhã, em Casablanca visita de uma criação local de cabras e Fábrica de Queijo de Cabra; Logo a seguir visita com degustação do pequeno produtor membro MOVI Attilio & Mochi-Passionate Winemakers, sendo um casal de chileno com brasileira. Logo após, visita com degustação da mais conhecida Viña Matetic seguido de Almoço Harmonizado. A tarde, prosseguimento da viagem até a histórica Valparaiso para acomodação de 2 noites no Gran Hotel Gervasoni 4*, um elegante e íntimo hotel boutique cuidadosamente restaurado numa das casas de maior valor patrimonial no meio dos cerros de Valparaíso construída pelos imigrantes europeus em 1870 com vistas privilegiadas para a baía.
7º Dia. 16 NOV. 4ªfeira. VALPARAISO e VIÑA DEL MAR. De manhã realização de uma aula de cozinha chilena com um Chef seguida de Almoço. E a tarde visita turística e cultural pelas ruelas com suas características casas que parecem suspensas entre os cerros de Valparaíso, declarado Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO em 2003, onde se encontram uma das 3 famosas casas de Pablo Neruda, “La Sebastiana”. Breve visita ao vizinho balneário de Viñadel Mar com suas edificações de outros tempos gloriosos como o seu imponente Cassino.
8º Dia. 17 NOV. 5ªfeira. VALPARAISO – ACONCAGUA-SANTIAGO. Saída ao norte para o Vale de Aconcagua, para mais uma visita com degustação a um membro da MOVI, tipo Viña von Siebenthal um produtor ícone de origem suíça cuja filosofia é análoga aos Châteaux de Bordeauxou FlahertyWines. Logo após, visita com degustação e Almoço em outro ícone, Viña Errázurizneste caso mais conhecido no Brasil com vinhos de referência internacional como Don Maximiano, La Cumbre ou KAI produzidos pelo famoso Eduardo Chadwick que junto com Robert Mondavi produz o Seña também neste mesmo vale.  No final da tarde, prosseguimento até Santiago para acomodação de 2 noites no Hotel AttonVitacura 4* excelentemente localizado neste elegante bairro nobre homônimo de Santiago. 
9º Dia. 18 NOV. 6ª feira. SANTIAGO.  Dia livre para últimas visitas e compras por conta própria como as Lojas de El Mundo Del Vino ou Vinoteca. À noite, Jantar Harmonizado de Despedida no Restaurante La Pescaderia de Walker do Chef Felipe Paredes especializado em frutos do mar.
10º Dia. 19 NOV. SAB. SANTIAGO – CIDADES ORIGEM BRASIL. Traslado para o aeroporto de Santiago  embarque no voo da LATAM para as cidades de origem de cada participante na Jornada, via São Paulo ou Rio de Janeiro.
INCLUI: 9 noites em hotéis 4* segundo roteiro (ou similares), com café e impostos   9 visitas a vinícolas com degustação   Oficina "Faça o seu próprio Vinho"  Aula de Culinária com Chef local 8 Refeições com vinhos Visitas a elaboradores de produtos gastronômicos AOVE e Queijo de Cabra  As visitas culturais e turísticas indicadas no programa Todos os deslocamentos em ônibus exclusivo para o grupo Acompanhamento de Guia Operacional desde o Brasil especializado em EnoGastronomia  Seguro Viagens para 10 dias  Completa Apostila com Informações e dicas Enológicas dos vales e lugares visitados.

PREÇO: Em elaboração Pgto.: Inscrição R$ 1.000,00. Restante a vista facilitado com pgto. total até 30 dias antes da saída. Consulte PRAZO INSCRIÇÃO15SET 2016 Lugares limitados a 20 pessoas. INFORMAÇÕES e RESERVAS:  Na ZÊNITHE TRAVELCLUB, Experiências EnoGastronômicas e Culturais pelo Mundo e o Brasil. Belo Horizonte. Contato: GermánAlarcón-Martín german@zenithe.tur.brTEL. (31) 3225-7773.  http://zenithetravelclub.blogspot.com.br