domingo, 25 de maio de 2014

10 ATITUDES DE OURO PARA COMPRAR BONS VINHOS


10 ATITUDES DE OURO PARA COMPRAR BONS VINHOS ” – Alguns leitores solicitaram que fizemos uma lista de sugestões para comprar bons vinhos. O tema é complexo, pois já começa com o termo “bom Vinho”, que é subjetivo. Entretanto, comprar e um ato objetivo, e levamos à frente a idéia, indicando as seguintes atitudes:

1: PROCURE CONHECER AS CHAVES DA QUALIDADE DE UM VINHO: o Marketing pode criar várias expectativas quanto ao vinho que está na garrafa, relacionando notas de degustações, predicados e indicações de especialistas. Mas o que realmente está dentro da garrafa? Vinho feito a partir de uvas maduras. Uma informação importante e nem sempre presente nos rótulos são as chaves primárias da qualidade do vinho: o nome da casta que produziu o vinho, a origem das uvas (região, vinhedo), a safra e o nome do produtor. Os europeus imaginam que você deve saber isto tudo de cor, simplesmente pela menção do nome da região. Borgonha tinto sempre é produzido a partir da Pinot Noir. Borgonha Branco é feito com a Chardonnay. Entretanto, nem todo mundo é connaisseur. Assim, os produtores do Novo Mundo, por não ter vinhedos com o renome dos terroirs europeus, deram notoriedade ao nome da casta. Se você gostar de Cabernet Sauvignon possivelmente apreciara tanto o francês quanto o chileno ou o norte americano. Na Borgonha, saber o nome do produtor é fundamental, pois a distancia de 500 metros entre um vinhedo e outro pode influenciar em uma centena de euros o preço do vinho. Conhecendo e entendendo como os vinhos variam de qualidade em função das uvas e das regiões de origem você já tem uma primeira base para escolher seus bons vinhos.
2: ANTES DE COMPRAR, PROCURE AS OPÇÕES DISPONIVEIS NO MERCADO: Já que voce deseja variedade, qualidade de atendimento e o melhor preco da cidade, a regra básica é conhecer o que esta disponível no mercado. Leia o maior volume de informação possível, circule pelas lojas e importadores. Pesquise na Internet. Participe de fóruns que dão dicas sobre vinhos. Exerça esta liberdade de comprar onde achar a sua melhor opção.
3: PROCURE POR PROMOÇÕES: Grandes quantidades de produtos exigem uma boa capacidade de negociação, compra e estocagem. Neste sentido, grandes redes de vinotecas e supermercados podem oferecer promoções atraentes. Lembre-se, entretanto, que quantidade pode não rimar com qualidade. Preste atenção em como os vinhos estão dispostos. Para vinhos do dia-a-dia, com alta rotatividade de vendas, um ambiente climatizado poderá ser dispensado. Provavelmente será nas menores adegas que você encontrará um atendimento super-especializado e vinhos fora de série, mas o preço pode ser mais alto do que nas grandes redes. É importante circular para conhecer o mercado.
4: COMPRE OS VINHOS DE GUARDA NO MOMENTO QUE VEM AO MERCADO: As melhores compras de vinhos de guarda, que constituirão sua coleção de rótulos, certamente terão melhores preços na época de chegada no mercado. Na medida em que seus predicados forem confirmados e o envelhecimento e afinamento na garrafa for acontecendo, os precos subirão.
5: SE FOR NOVIDADE, PROVE ANTES DE COMPRAR: Antes de se decidir pela compra de uma caixa de vinhos que nunca degustou, prove antes. Ser feito com a sua uva predileta pode não ser representativo, pois todo vinho espelha as questões particulares das regiões de produção, da safra, bem como a intenção do produtor ao vinificar a safra. Participe sempre que puder de degustações nas lojas, e não tenha receio de provar novidades. Saia da rotina!
6: DESCONFIE DE GRANDES PROMOÇÕES: Desconheco quem joga dinheiro pela janela do carro enquanto viaja. No mundo do vinho, desconfie de promoções com grandes descontos. Falando de vinhos do dia-a-dia: para vinhos brancos, 3 anos é um prazo razoável, considerando que você bebera o vinho num período de até um ano após sua compra. Para tintos, considere 5 anos como uma idade ideal. Veja com cuidado um branco com mais de 5 anos em oferta. O ideal será provar uma garrafa, ou até mesmo duas, antes de comprar uma caixa. Pesquisa recente feita na Inglaterra revelou que 98% dos vinhos comprados em Supermercados são bebidos nas próximas 48 horas após a compra !
7- COMPRE DIRETO DE PRODUTORES OU IMPORTADORES: Comprar direto do produtor, ou do importador oficial do vinho pode resultar em belos descontos. Pesquise antes de comprar. Desconfie de vendedores que digam que este é o melhor vinho que você vai beber na sua vida. Espero que ela seja longa e cheia de descobertas !!!
8: CONSIDERE TODA A INFORMAÇÃO COMO UM GRÃO DE SAL: Se pretende investir na compra de um volume significativo de vinhos para a sua adega, recolha toda a informação possível sobre o que deseja comprar. Melhores produtores, melhores regiões, melhores safras, melhores preços. So então va para a etapa da compra em si. Um grão de sal a mais pode salgar a comida, mas um a menos pode fazer toda a diferença.
9: COMPRE VINHOS PARA BEBER E NAO APENAS COMO INVESTIMENTO: É tão difícil ganhar dinheiro investindo em vinho como em qualquer outro tipo de investimento. Defina se você quer beber pelo prazer de desfrutar uma bela taça de vinho junto com amigos, ou se seu relacionamento com o vinho será por mero investimento. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa! Respeito quem caminha por qualquer uma das estradas, mas pessoalmente prefiro imaginar que o melhor lugar para guardar vinho é na lembrança.
10: CONSIDERE OS LEILÕES COMO UMA FONTE DE VINHOS MADUROS: Leilões de vinhos podem ser boa fonte de vinhos de safras antigas, indisponíveis em lojas e importadores, ou de oportunidade de comprar vinhos por preços interessantes. Tenha certeza da origem e do estado de conservação dos vinhos antes de sair arrematando as garrafas.

sábado, 17 de maio de 2014

PARA NÃO PASSAR SUFOCOS COM VINHO


PARA NÃO PASSAR SUFOCOS ” – O amante de vinhos passa por algumas situações angustiantes quando se inicia nesta arte. Afinal, o conhecimento sobre vinhos e visto como algo especial, diferenciado, exclusivo de certas classes de “iniciados”, geralmente inscritos em confrarias que cultuam seus ritos secretos de louvor a Baco. Com o tempo, o interessado em vinhos vera que as coisas não são bem assim, e que podem escolher vinhos e fazer pedidos sem tantos receios. Sem querer criar regras, pois não nada pior do que isto, numa arte onde o subjetivo e importante, algumas dicas podem ser úteis, bastando na maioria das vezes seguir a lógica, o bom senso e educação:
1- NÃO TENHA VERGONHA DE PEDIR A CARTA DE VINHOS: se quem for te servir não fornecer a Carta de Vinhos, não hesite em pedi-la. Leia com calma, procure ver se há rótulos conhecidos, veja se os vinhos se adequam ao que pensa gastar. Em media, nos restaurantes brasileiros os vinhos custa, 2,5 a 3 vezes o preço de prateleira. Alguns restaurantes começam agora a aceitar de bom grado a idéia do TSV – Traga Seu Vinho, permitindo que o cliente traga vinho de sua própria adega, desde que não sejam comum com os do restaurante, e neste caso cobram uma taxa de rolha ou apenas pelo serviço do vinho (tacas, saca-rolha, adequar a temperatura, etc). Se precisar de tempo, peca água.
2- NÃO TENHA VERGONHA DE PEDIR ORIENTAÇÕES SOBRE VINHOS QUE NÃO CONHEÇA: você não e obrigado a conhecer todos os vinhos que compõem a Carta de Vinhos do Restaurante. Na duvida, peca sugestões ou orientacoes. Para facilitar, informe os pratos que pretende comer, e quanto deseja gastar com o vinho, alem de alguma preferência especifica. O sommelier certamente terá prazer em auxiliar o cliente a encontrar a relação mais prazerosa entre a comida e o vinho, agradando a todos na mesa.
3- ESCOLHENDO VINHOS: de forma geral, comidas tradicionais se harmonizam melhor com vinhos regionais. Assim e de se supor que comida italiana case melhor com vinho italiano. A regra e útil quando nenhum rotulo for conhecido. Outra forma de se sair bem nesta hora e ter uma relação “coringa” que vinhos com quem sempre você se saiu bem, pois a experimentações pode sem desastrosas. Em todo caso, confie no sommelier e solicite orientações. Ele esta ali para te ajudar.
4- SERVINDO VINHO NO RESTAURANTE: as garrafas não devem jamais vir abertas. O sommelier apresentara o vinho a quem o pediu, que deve certificar o nome, produtor e a safra solicitada.Estando tudo correto, autoriza abrir a garrafa e prepara-se para prova-lo. E comum que o próprio sommelier faca uma teste antes de servir o vinho ao cliente, certificando-se que o vinho esta são. Prove-o de forma tranqüila, avalie se a temperatura de serviço esta correta, e se tudo estiver OK diga simplesmente que “pode servir”. Muitas vezes para dizer que o vinho esta bom, você precisara que ele esteja há mais tempo na taca. A boa educação manda que as mulheres sejam servidas antes dos homens, a não ser que haja um homenageado na mesa (neste caso indique ao sommelier). Nunca sirva mais que a metade da taca, pois desta forma sera possível degustar o vinhos em todos os seus sentidos: visual (para poder virar um pouco a taca), aromático (o vinho precisa de volume de ar na taca para crescer) e gustativo (o vinho ganhara intensidade com a aeração). Se o vinho acabar e for pedida uma nova garrafa, o ritual devera ser repetido, sem necessidade de troca de tacas.
5- EVOLUINDO A REFEIÇÃO COM TROCA DE PRATOS E VINHOS: é natural que os vinhos ao longo da refeição sejam trocados. Em geral começa-se com um espumante para abrir a boca, depois um branco, depois um tinto e um vinho de sobremesa para fechar em grande estilo. Neste caso aconselha-se mudar de taca a cada mudança de vinho. Entretanto, em varias situações onde brancos se sucedem ou tintos vão sendo servidos em evolução, o melhor e que se mantenha as tacas e que o finalzinho do vinho “avinhe” a taca para o próximo. E lavar a taca nem deve ser pensado, pois nesta hora, o pior inimigo do vinho e a água. Se por um acaso sobrar vinhos, não e pecado levar o restante para a casa.
6- DEVOLVENDO VINHO NO RESTAURANTE: não ter gostado do vinho e diferente do vinho apresentar defeitos. No segundo caso, o restaurante certamente terá prazer em trocar o vinho. Em geral, peca outro de igual valor. Entretanto, se o vinho não tem defeito, mas não e la o que você esperava, o jeito e ter paciência. Se foi o sommelier que sugeriu, a troca pode ficar mais fácil. De qualquer forma, a política e troca e algo que varia de casa para casa.
7- ROLHAS: é gesto comum que o sommelier abra a garrafa e coloque a rolha num pires ao alcance do cliente, as vezes entrega-a diretamente para ele. O que fazer? Avalie o estado visual da rolha. Mofo ou bolor podem ser sinais que o vinho poderá estar estragado (mas nem sempre e verdade). Num vinho tinto, a rolha sem cor na sua base de contato com o vinho, geralmente indica que a garrafa foi guardada em pe. Se a rolha e curta, evidencia vinho pronto, para consumo mais rápido, sem necesssidade de guarda (rolhas longas). Grande parte dos amantes de vinhos dão especial significado as rolhas dos vinhos bebidos, portanto não se acanhe e leve a sua para casa.
8- GORGETAS: ser bem atendido faz parte da excelência do serviço da casa. Entretanto, não há mal em se dar uma gorgeta pelo serviço e prazer proporcionado, especialmente quando você levou o vinho de casa. As regras da boa educacao valem para os dois lados da mesa.

LANÇADO O ANUÁRIO VINHOS DO BRASIL 2014



LANÇADO O ANUÁRIO VINHOS DO BRASIL 2014 - O Anuário Vinhos do Brasil 2014 já está distribuído em todo o Brasil. Esta publicação é uma parceria da Baco Multimídia, com o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin).
O Anuário é de loooooooongeeeeeee a maior referência nacional e internacional sobre os vinhos do Brasil e o mercado brasileiro. Especilistas mundiais, como Robert Joseph, editor da Meininger´s Wine Business International, dizem: “o Anuário é minha bíblia”.
            A publicação traz todos os números do setor compilados e atualizados, informações sobre todas as regiões produtoras em todo o país, enoturismo e muitas matérias. Mas talvez nosso principal atrativo seja a Grande Prova Vinhos do Brasil, para a qual  provei às cegas, com outros 11 jurados, 856 vinhos brasileiros, de 108 produtores. Pouca gente sequer sabia que o Brasil tem tantos rótulos. Os vinhos receberam notas, foram ranqueados e os campeões foram eleitos em 20 categorias. Qual o melhor Merlot do Brasil? Qual o melhor espumante brut? Está tudo lá.
            O Anuário Vinhos do Brasil 2014 já está em bancas de jornal, em livrarias como a Livraria Cultura, em feiras internacionais como a London Wine Fair e Prowein e ainda em mais de cem postos oficiais do Brasil no mundo (embaixadas e consulados), distribuído pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). Informações: contato@bacomultimidia.com.br.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

AQUECENDO SUA TAÇA PARA O OUTONO E O INVERNO



AQUECENDO SUA TAÇA PARA O OUTONO E O INVERNO ” – Com a chegada das primeiras brisas frias do outono, prenunciando os sopros de inverno, o interesse das pessoas pelo vinho aumenta, e o consumo da bebida decola. Parece ser a época mais propícia para o consumo do vinho, mas na realidade, vinho é bebido durante todo o ano nas regiões produtoras mundo afora.
Caldos quentes são bom começo para as refeições e podem ser harmonizados com vinhos. Para legumes a opção segura pode ser um bom Sauvignon Blanc ou Chardonnay. Para caldos de carnes conforme a textura e condimentos as opções podem variar de um rosé a um tinto mais leve criado a partir da Malbec ou Merlot. Mas se quer mesmo “abrir a cabeça e o paladar”, prove um Fino de Jerez !!! E se quiser melhorar ainda mais a experi~encia, prove junto com o caldo algumas amêndoas torradas...
No entanto, nenhum prato combina mais com a estação do outono do que massas suculentas e risotos degustados com uma boa taça de vinho. Trigo, Vinho e Azeite estão ligados à história da nossa civilização desde os tempos mais antigos, criando uma aliança unindo as regiões onde surgiram. Afinal uva e trigo são símbolos de fartura, boas colheitas, conquistas e comemorações.
A regra “massa e um tinto” é restritiva. Não permite a criatividade que procuramos dar á arte e cultura do vinho e comida. É importante avaliar e conhecer os ingredientes, as texturas, carnes, temperos e então selecionar o vinho mais adequado.


Quando falamos em massas, o molho é fundamental para a escolha do vinho. Para molhos com base em tomate fresco e ervas, mais leve, um Sauvignon Blanc ou Vinho Verde serão perfeitos. Para frutos do mar, carne de siri, camarão ou mariscos, o ideal é degustar um Chardonnay, Viogner ou Riesling, com boa fruta e corpo compatível. Um espumante brut ou rosé serão boas opções também.
No entanto, quando o assunto é Pesto, com base em azeite de oliva, pinholes ou nozes e manjericão, o vinho deverá ter corpo e frescor. Um Chardonnay jovem, com madeira equilibrada e bem integrada será uma excelente opção, pois os toques de maçãs, frutas secas, tostado, amêndoas e oliva casam bem o vinho com o molho.
Molhos de funghi são versáteis, podendo ser harmonizados com um branco encorpado, ou um tinto com taninos macios (não perderia a chance de provar com Pinot Noir !). Quando a massa estiver acompanhada de um filé, um vinho tinto de bom corpo será uma opção ideal (Além do Pinot, Sangiovese ou Tempranillo farão excelente papel).
Para o molho Carbonara, de sabor forte pelos temperos, untuoso pela presença do bacon e de difícil harmonização pelo sabor do ovo, o Merlot ou um Alentejano é a sugestão.
Massas recheadas com abobrinha ou ricota por si só pedem vinhos brancos de Semillon ou Chardonnay; com molhos brancos mais fortes ou vermelhos, um tinto como Pinot Noir poderá ficar ótimo. Se o molho tiver mais temperos, prefira vinhos com mais corpo (Portugueses do Alentejo ou Douro, Italianos da Toscana e do Vêneto pode ser opções seguras).
Para massas com molho de queijo, a intensidade de cada um deles será levada em conta para a escolha do vinho; a opção mais segura será tintos como um bom Malbec ou Cabernet Sauvignon. Caso, além do queijo, tenha um toque de noz moscada, peça um Syrah: os toques de chocolate e especiarias se exaltam. Se você gosta de queijos mais curados ou de maior expressão na boca, como um parmesão, é interessante lembrar que a combinação com um bom Amarone ou Barolo pode frustar sua expectativa. Este vinhos via de regra, chamados de vinhos de meditação, na maioria das vezes mostram suas características quando degustados sozinhos ou com pratos a base de carnes.
Com a chegada do inverno mesmo, o consumo de vinhos no Brasil chega a dobrar. Mesmo os mais apaixonados por saborear uma cerveja bem gelada, daquelas que, com certeza, recebem tratamento vip nos principais bares e restaurantes da cidade, não resistem à sedução de saborear um bom vinho durante esta estação. Muitos até não conseguem se segurar e dão seguimento a este impulso a qualquer sinal de climas mais amenos que já sinalizam para o tempo mais frio. Isso tudo, garantem os comerciantes do setor, faz até dobrar o consumo da bebida.
O gosto popular do brasileiro que está iniciando-se no vinho induz tomar vinhos um pouco mais suaves, mas os melhores são os vinhos secos. Com R$ 30 a R$ 40 já é possível beber um bom vinho para aquecer sua taça neste Outono e Inverno.
As uvas e vinhos sugeridos continuam os mesmos, mas os pratos para o inverno normalmente são mais condimentados, mais untuosos, ensopados, escaldados, acompanhados de molhos suculentos e aquecem quem os comem. Mais do que tomar um bom vinho para se “auto” aquecer, é importante, nesta época do ano, pensar nas pessoas que não têm o privilégio de ficar quentinhas em casa, que passam frio no inverno por causa de falta de agasalho.
Ainda bem que todo inverno há campanhas que estimulam a ajuda a essas pessoas. Mais incrível é ver gente do mundo do vinho dando uma força. No ano passado em São Paulo uma importadora inovou em matéria de ação solidária. Ao comprar um vinho na loja do Empório Sório, 5% da verba era revertida para a campanha do agasalho. E, detalhe: a pessoa ganhava um cachecol quentinho de brinde. Quem sabe dá para criar uma campanha assim em BH?
Aproveite a estação para degustar, apreciar e harmonizar as massas e carnes com os vinhos e anote as melhores combinações. Crie jantares divertidos, saborosos e lembre-se de ter moderação, com o álcool e as calorias. Senão, em breve, terá que malhar para perder as calorias ganhas nesta época.