segunda-feira, 29 de outubro de 2012

SUGESTÕES DE VINHOS PARA A ADEGA DO AMANTE DE VINHOS

Se sabemos como montar as instalações físicas da adega, fica faltando o principal: quais vinhos guardar na adega ideal.
Há então um grande pormenor preliminar a ser considerado: o gosto pessoal. Leve sempre em conta as suas afinidades e gostos pessoais. De que adianta ter uma grande adega de vinhos sul-africanos se sua família é de descendência italiana e você come principalmente pratos da culinária italiana?
Muitas pessoas só compram vinhos com notas altas atribuídas por críticos e jornalistas, mas nem sempre o gosto e opinião deles será coincidente com sua opinião e gosto pessoal. Portanto, use o bom senso.
A montagem da adega familiar dependerá do tamanho do orçamento e das disponibilidades de alojamento das garrafas. Começamos com uma adega para 166 garrafas de vinhos, tendo os franceses como base. Você poderá optar por regiões de maior interesse e guardar apenas uma parte da lista de maior interesse. Entretanto, com esta lista básic você entenderá porque investir em uma adega climatizada com mais de 90 garrafas!

■ VINHOS FRANCESES:  40 garrafas
- Vinhos Tintos : - 24 garrafas
- Bordeaux : 8 garrafas - 2 de Médoc, 2 de Haut-Médoc, 2 de Saint-Emilion e 2 de Pomerol .
- Borgonha: 4 garrafas - sendo 2 de Beaune e 2 Gevrey-Chambertin.
- Rhone : 4 garrafas - sendo 2 de Chateauneuf-de-Pape e 2 Hermitage.
- Loire : 4 Garrafas - sendo 2 Chinon e 2 Anjou.
- Sudoeste Francês e Mediterrâneos : 4 garrafas - sendo 2 Madiran e 2 Bandol.
- Vinhos Brancos : - 10 garrafas
- Borgonha : 4 garrafas, sendo 2 Puligny-Montrachet e 2 Aloxe-Corton.
- Loire: 2 garrafas de Pouilly-fumé. 1 de Vouvray
- Alsácia : 3 garrafas, sendo 1 de Gewurztraminer, 1 de Riesling e 1 de Vendages Tardives
- Outros Vinhos : - 6 garrafas
- Champagnes : 4 garrafas de Brut
- Rosé : 2 garrafas de Rosés de Provence 
                                  
■ VINHOS ITALIANOS : 30 Garrafas
- Vinhos Tintos :
- Toscana: 8 garrafas, sendo 2 de Brunello de Montalcino, 2 Chianti Classico Riserva, 2 de Rosso de Montalcino e 2 de Rosso Toscano.
- Piemonte : 6 garrafas, sendo 2 Barolo, 2 Barbaresco e 2 Dolcetto d'Alba.
- Puglia :  2 garrafas de Salice
- Veneto : 4 garrafas, sendo 2  de Amarone e 2 de Valpolicella
- Vinhos Brancos :
- Toscana:  2 garrafas de Orvieto
- Piemonte: 2 garrafas de Chardonnay
- Veneto :    2 garrafas de Soave
- Vinhos Espumantes:
- Lombardia:   2 garrafas de Franciacorta
                        2 garrafas de Prosecco.

■ VINHOS ESPANHÓIS : 12 Garrafas
- Rioja : 2 garrafas de Tintos
- Ribera Del Duero : 4 garrafas de Tintos
- Penedés, Toro, Priorato, Somontano: 4 garrafas de Tintos
- Jerez : 1 garrafa de Jerez Fino e 1 garrafa de Pedro Ximenez

■ VINHOS PORTUGUESES : 10 garrafas
- Tintos :    6 garrafas, sendo 2 Bairrada, 2 Douros e 2 Alentejo.
- Brancos : 4 garrafas, sendo 2 Alvarinho  e 2 Chardonnay ou Arinto.

■ VINHOS NORTE-AMERICANOS: 10 Garrafas
- Tintos :     6 garrafas, sendo 2 Cabernet Sauvignon, 2 Pinot Noir, 2 Merlot.
- Brancos : 4 garrafas, sendo 2 Chardonnay e 2 Pinot Gris.

■ VINHOS CHILENOS : 16 Garrafas
- Tintos:    4 garrafas de Cabernet Sauvignon Reserva (de diferentes Vales)
      4 garrafas de Pinot Noir do vale de Leyda
      2 garrafas de Carmenére
       2 garrafas de Syrah sendo 1 de Elqui.
- Brancos : 2 garrafas de Chardonnay Reserva do Vale de Casablanca, Limari ou Traiguén.
       2 garrafas de Sauvignon Blanc do Vale de Casablanca.

■ VINHOS ARGENTINOS : 14 Garrafas
- Tintos:    8 garrafas de Malbec(2 de Salta, 4 de Mendoza e 2 da Patagônia)
      2 garrafas de Syrah
- Brancos: 2 garrafas de Chardonnay (Catena Alta),
                  2 garrafas de Torrontés, sendo 1 de Salta e 1 de Rioja.

■ VINHOS NACIONAIS : 14 Garrafas
- Tintos :           4 garrafas - 2 de Cabernet Sauvignon Reserva, 2 garrafas de Merlot Reserva.
- Brancos :       4 garrafas, sendo 2 de Sauvignon Blanc Reserva e 2 de Chardonnay.
- Espumantes:  6 garrafas de espumantes diversos nacionais

■ VINHOS AUSTRALIANOS : 6 Garrafas
- Tintos :      2 garrafas de Cabernet Sauvignon
                    2 garrafas de Shiraz
- Brancos :  2 garrafas de Chardonnay

■ VINHOS NEOZELANDESES : 6 Garrafas
- Tintos :      2 garrafas de Pinot Noir
                    2 garrafas de Syrah
- Brancos :  2 garrafas de Sauvignon Blanc

■ ÁFRICA DO SUL : 2 Garrafas
- Tintos:  2 garrafas de Syrah

■ VINHOS DE SOBREMESA: 3 Garrafas
- Sauternes :        1 garrafa
- Tokaji :               1 garrafa
- Vin Santo :         1 garrafa

■ VINHOS FORTIFICADOS E COGNACS : 3 Garrafas
- Vinho do Porto : 1 garrafa de Porto Tawny,
                             1 garrafa de Porto Ruby
- Cognac:              1 garrafa!

CUIDADOS NA HORA DE MONTAR SUA ADEGA

A montagem de uma adega ideal, por menor que seja, constitui uma " aventura " apaixonante, e ao mesmo tempo exigente. O vinho se torna objeto de arte, necessitando pois de se conhecer sua produção, a correta maneira de se conservá-lo em lento processo de envelhecimento, de forma a obter o melhor de seus aromas e sabores. 

■ Posição das Garrafas:
  a garrafa deve ficar na horizontal (também pode ficar de cabeça para baixo). Assim a rolha fica em contato com o líquido, dilatando-se, vedando completamente a garrafa e impedindo a entrada de oxigênio nocivo ao vinho. Únicas exceções são os vinhos fortificados como Porto e Jerez, e vinhos de sobremesa. Para espumantes a posição da garrafa também é indiferente.
■ Luz: existem evidências que a iluminação excessiva, em especial a fluorescente pode afetar algumas substâncias do vinho, em especial as  substâncias pigmentantes que conferem a cor vermelha aos vinhos tintos. O bom senso é manter o vinho longe da luz.
■ Temperatura:  fator mais crítico e com comprovação científica. Acima dos 18ºC há aceleração do envelhecimento do vinho, por ação do aumento da velocidade das reações químicas de redução, criando uma decadência precoce. A velocidade das reações dobra a cada elevação de 10 ºC, causando danos à estrutura,  ao frescor e aos aromas do vinho. As temperaturas abaixo de 12ºC retardam as reações e o vinho envelhece lentamente, demorando a atingir seu apogeu. É ideal que a temperatura seja constante, pois a oscilação térmica provoca expansões e retrações volumétricas do vinho, da rolha e do vidro da garrafa que resultam em movimentos da rolha, possibilitando entrada de ar, evaporação de álcool e diminuição do volume do vinho. Se o orçamento permitir invista numa adega climatizada, em especial para a guarda dos seus melhores vinhos.
■ Arejamento: para garantir a boa umidade do ar e a dissipação dos cheiros do ambiente que poderiam passar à rolha e ao vinho (por isso não colocar vinhos junto à produtos de cheiro intenso).
■ Umidade do Ar:  a umidade danifica em especial os rótulos, a cápsula e mesmo a parte superficial da rolha, permitindo o desenvolvimento de fungos e outros microorganismos, que podem contaminar a rolha e em seguida o vinho. Umidade muito baixa pode ressecar a parte superior da rolha e retraí-la, pondo em risco o vinho. O bom senso recomenda que a umidade ideal da adega fique em torno de 60 a 80%.
■ Vibração: a vibração provoca dispersão do sedimento existente em vinhos velhos, tornando-os turvos. Isto causa uma depreciação visual e a desagradável sensação de areia à boca (deve-se decantar o vinho antes de bebê-lo). É prudente deixar o vinho em repouso por alguns dias, antes de bebê-lo.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

TORO LOCO TEMPRANILLO 2011 – UTIEL REQUENA – ESPANHA


● TORO LOCO TEMPRANILLO 2011 – UTIEL REQUENA – ESPANHA
O vinho espanhol Toro Loco Tempranillo 2011 virou uma febre no mercado brasileiro. A fama repentina é atribuída à competição internacional de vinhos e destilados (International Wine & Spirits Competition – IWSP) que ocorreu no início do ano na Inglaterra. Durante teste cego realizado por jurados renomados, o vinho de 3,59 libras – cerca de R$ 11,70 – levou a medalha de Prata, batendo concorrentes até 10 vezes mais caros.

O site do concurso International Wine & Spirits Competition que originou a mídia informa que o TORO LOCO ficou com medalha de Prata entre as outras 969 amostras, que juntas obtiveram essa mesma premiação, e não de forma isolada. Da mesma forma, vários vinhos ganharam a Medalha de Ouro e não apenas um rótulo (além de noticiado em outros BLOG, esta informação pode ser checada no site do Concurso).

É difícil acreditar que um vinho na faixa de R$ 25 a R$ 30 tenha complexidade e qualidade significativas para se posicionar de forma diferenciada num Concurso Internacional, mas de qualquer forma foi um feito para o TORO LOCO !.

Penso que o marketing criado em torno do vinho foi muito bem planejado, aliás um dos melhores designs de rótulos com uma cabeça de Toro estilizada com um saca-rolhas. Também acredito que a Wine, empresa responsável pela importação do rótulo foi correta ao vender por esse preço. Na capital mineira, o vinho espanhol foi servido em cerca de 20 restaurantes a um preço médio de R$ 40 a R$ 60,00 e acabou logo !!!

O vinho Toro Loco foi servido ás cegas numa degustação da CONFRARIA DOS SOMMELIERS DE BELO HORIZONTE. O que avaliei: Um vinho rubi escuro, com aroma de fruta compotada, lembrando ameixa e cereja. Boca com muita fruta á mostra, bom frescor (acidez) e equilíbrio. Persistência curta, corpo leve, muito jovem. Ao longo do tempo a fruta desaparece, restando um vinho simples, fresco e leve. No final da degustação, descoberto o rótulo, mostrou que o “fenômeno” não convence muito. (Nota Mediana: 80/100).
Importador: WINE
Onde Degustei: CONFRARIA DOS SOMMELIERS DE BELO HORIZONTE.

APOLLONIO DIVOTO RISERVA 2001 - PUGLIA – ITÁLIA


● APOLLONIO DIVOTO RISERVA 2001 - PUGLIA – ITÁLIA - Um vinho rubi escuro e intenso, sem nota de grande evolução, só a borda com leve ferrugem. Nariz com fruta madura, etério, uma bem madura sem chegar a compota, toque de cereja e ameixa. Boca com boa acidez, bons taninos, boa persistência, quente. Redondo, com bom corpo e equilíbrio. Boa persistência. Importante citar que foi o primeiro vinho servido durante a degustação ás cegas e permaneceu sendo considerado o melhor vinho durante todo o evento. (Considerado o melhor vinho da Degustação - Nota Mediana: 90/100).
Importador: CASA DO VINHO
Contato: (31) 3337-7177 ou (31) 3286-7891.

QUINTA DAS BÁGEIRAS 2004 - BAIRRADA – PORTUGAL


● QUINTA DAS BÁGEIRAS 2004 - BAIRRADA – PORTUGAL – Um vinho rubi escuro, profundo. Aromas de cereja com boa intensidade. Boca com bom frescor (acidez), persistente. Taninos e boa estrutura fazem dele um bom vinho, muito gostoso. Lembra leve mentol ao fundo, com notas de especiaria também. Boa complexidade, ainda com certa jovialidade. (Considerado o segundo melhor vinho da degustação, com a mesma Nota Mediana: 90/100 que o primeiro).
Importador: PREMIUM WINES
Contato: Belo Horizonte - MG – (31) 3282-1588 I São Paulo - SP – (11) 2574-8303
Onde Degustei: CONFRARIA DOS SOMMELIERS DE BELO HORIZONTE.

CASA SILVA SYRAH LOLOL 2002 – LOS LINGUES – CHILE



● CASA SILVA SYRAH LOLOL 2002 (PEGADINHA) – LOS LINGUES – CHILE - Um vinho que entrou como pegadinha, pois imaginamos que o estilo deveria estar próximo de um Rhône Norte. Vermelho rubi escuro, com aroma de farmácia, lembrando vinho guardado, maduro, com aroma orgânico. Boca com algum equilíbrio, mas para alguns sommeliers parece este ter sido o dia certo abri-lo, pois não teria mais guarda. Persistência curta, corpo médio, mostra maturidade. (Nota Mediana: 86/100).
Onde Degustei: CONFRARIA DOS SOMMELIERS DE BELO HORIZONTE.

SEÑORIO DE LAZAN 2001 – SOMONTANO - ESPANHA – BODEGAS PIRINEOS


● SEÑORIO DE LAZAN 2001 – SOMONTANO - ESPANHABODEGAS PIRINEOS – Um vinho rubi com nota de evolução. Criado durante 14 meses em carvalho americano e francês e completando com 24 meses em garrafa, aonde arredonda e amadurece. Qunado novo era assim avaliado: Profunda cor cereja com tons rubis. Potente no nariz com frutas cereja, laranja amarga e amoras, especiarias (pimenta, canela, romero) tabaco e chocolate próprios de uma nobre maturação. Na boca é carnoso, rico em matizes de especiarias e fruta madura. Potente e muito persistente. Corte de 50% Tempranillo, 45% Cabernet Sauvignon e 5% Moristel. No vinho maduro aparece o aroma orgânico, com toque de feno, alcatrão, dando idéia de certa rusticidade. Na minha opinião já entrou em decadência, mas para alguns sommeliers ainda daria conta do recado! Certamente, o mais evoluído de todos os vinhos degustados no Encontro. (Nota Mediana: 85/100).
Onde Degustei: CONFRARIA DOS SOMMELIERS DE BELO HORIZONTE.

SCHATZ ACINIPO MÁLAGA 2003 – ESPANHA


● SCHATZ ACINIPO MÁLAGA 2003 – ESPANHA – Um vinho rubi mais claro (no início pensei em Pinot Noir), com aroma lácteo (pão de queijo), cânfora, lembrando aromas de fermentação. Nota de mentol no fim do nariz. Bom ataque de boca, bons taninos, boa persistência, mas surpreendentemente um vinho magro de corpo, apesar de ser persistente. (Nota Mediana: 87/100).
Onde Degustei: CONFRARIA DOS SOMMELIERS DE BELO HORIZONTE.

BARBARESCO DEZZANI 2003 - PIEMONTE- ITÁLIA

DEGUSTAÇÃO DE VINHOS PELA CONFRARIA DOS SMMELIERS PROFISSIONAIS DE BELO HORIZONTE –

Neste final de semana de 20/10 realizamos mais um degustação de vinhos às cegas, com o tema de VINHOS EUROPEUS com mais de 8 anos de safra, com valor de aquisição até R$ 150,00 por garrafa. Nesta degustação, também às cegas, foi servido o TORO LOCO para que pudéssemos emitir nossa opinião sobre o vinho;

● BARBARESCO DEZZANI 2003 - PIEMONTE- ITÁLIA – Um vinho de cor granada mostrando sinais nítidos de evolução, borda de cor ferrugem nítida. Aroma com nota orgânica, fruta cozida, etéreo. Boca tânica, com acidez aguda no início, curto em persistência. (Nota Mediana: 88/100).
Importador: DECANTER – EM BH, representada pela ENOTECA DECANTER.
Contato: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS -  (31) 3281-3539
Onde Degustei: CONFRARIA DOS SOMMELIERS DE BELO HORIZONTE.

Craggy Range Sophia 2006


Sophia 2006 - Uma análise nos vinhos da Craggy Range mostra bem o tamanho da influência da França nos produtos da casa, especialmente nos da linha Prestige Collection. Há desde o estilo bordalês, das margens esquerda e direita, nos vinhos The Quarry e Sophia, respectivamente. O Sophia é um corte de 85% Merlot, 10% Cabernet Franc, 5% Cabernet Sauvignon provenientes da região Hawke’s Bay, vinhedo específico Gimblett Gravels. Amadurece por 18 meses em barricas de carvalho francês, 50% novas. O clima é marítimo, influenciado pela proximidade do Oceano Pacífico. Os outonos e as primaveras são amenos e ensolarados. E os verões, temperados pela fria brisa que sopra do mar. A amplitude térmica durante a fase de amadurecimento, pode chegar facilmente aos 30°C diários. Os vinhedos cultivados na região de Gimblett Gravels, estão sobre o antigo leito do rio Ngaruroro. O solo é composto por 80% de pedras cinzentas na superfície, seccionados por camadas de areia e silte no subsolo, com 40m de profundidade, baixa fertilidade e ótima drenagem. O Sophia mostra aromas de frutas negra maduras, baunilha e cedro. Na boca apresenta muita potência, encorpado, com fruta escura madura de grande qualidade, taninos presentes e firmes (ms que em nada atrapalham o vinho), acidez presente bem integrada com álcool. Final de boca longo. Expetativa de Guarda de no mínimo 10 anos.
Importador: DECANTER – EM BH, representada pela ENOTECA DECANTER
Contato: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS -  (31) 3281-3539

Craggy Range Le Sol Syrah 2007


Le Sol  Syrah 2007 – R$ 391,00 – um vinho 100% Syrah, que amadurece 20 meses em barricas francesas, metade delas de primeiro uso. Nariz e paladar intensos, com extrema suculência e longa permanência, aromas de grande riqueza, com notas de fruta madura, tomilho, anis, terra queimada e couro. Na boca, é intenso, suculento, macio, persistente, e deixa a boca com gosto de geléia de amoras. Um vinho diferenciado, que lembra um hermitage e rivaliza com os melhores do tipo produzidos na vizinha Austrália e no mundo com a mesma casta. Expectativa de Guarda de pelo menos uns 10 anos.
Importador: DECANTER – EM BH, representada pela ENOTECA DECANTER
Contato: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS -  (31) 3281-3539

Craggy Range Block 14 Syrah 2007


■ Block 14 Syrah 2007 - R$ 201,25 – O vinho passa 17 meses em barricas de carvalho francês (42% novas) e recomenda-se até 10 anos de guarda. Interessante notar que os vinhos são elegantes e lembram uma inspiração francesa do Rhône Norte. Nariz com muitas frutas vermelhas e negras, especiarias, nota de carvalho, rico e intenso e com evolução para alcaçuz e licor de amora. Na boca mostra o mesmo perfil aromático, equilibrado e com bom corpo, com taninos maduros, bom equilíbrio e um final longo e cheio de fruta madura. Final muito agradável, e também redondíssimo. 
Importador: DECANTER – EM BH, representada pela ENOTECA DECANTER
Contato: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS -  (31) 3281-3539

Craggy Range Te Muna Road Pinot 2008


■ Te Muna Road Pinot 2008 – R$ 201,25 – Vem do mesmo vinhedo do primeiro vinho, feito com uvas Pinot Noir. Passa 9 meses em carvalho francês, 30% novo. 5 anos de guarda. Cor típica para Pinot. No nariz apresenta intenso aroma herbáceo e de frutas vermelhas. Na boca mostra ótima acidez, bem frutado, com taninos elegantes e médio corpo. Final muito agradável, redondo. Um vinho que não pretende ser, mas lembra muito bem a  inspiração de Borginha, com os aromas clássicos de frutas vermelhas frescas. Na boca, tem médio corpo, taninos finos, é delicado, fresco, volumoso e com um final longo e frutado.
Importador: DECANTER – EM BH, representada pela ENOTECA DECANTER
Contato: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS -  (31) 3281-3539

Craggy Range Kidnappers Chardonnay 2008


■ Kidnappers Chardonnay 2008 – R$ 132,25 – O vinho é feito a partir de uvas vindas de Hawke’s Bay – Te Awanga – Vinhedo específico Kidnappers. Solos composto principalmente por argila, com cascalhos e ótima drenagem. A colheita das uvas é realizada estritamente de forma manual. Não há desengace. Fermentação espontânea em barricas novas de carvalho francês (10%) e em tanques de inox e madeira, com inoculação de leveduras selecionadas. Clarificação, filtração e engarrafamento. Passa 4 meses em tanques de inox sobre as lias finas.
Um vinho de cor amarelo bem claro, palha cristalino. Nariz elegante, com toques de zest de limão siciliano, maçã madura, notas minerais.  Em boca é frutado e fresco, muito equilibrado com bom e elegante final.  Expectativa de Guarda- Máximo de 5 anos.
Importador: DECANTER – EM BH, representada pela ENOTECA DECANTER
Contato: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS -  (31) 3281-3539

Craggy range Te Muna Road Sauvignon Blanc 2009


■ Te Muna Road Sauvignon Blanc 2009 -  R$ 132,25 – Vem de um vinhedo específico, o “te Muna” que em maori quer dizer “local sagrado”. O vinhedo fica localizado no sul da Ilha Norte neozelandesa, num terraço baixo, com solos pedregosos, ricos em composição calcária. A colheita das uvas é realizada de forma manual (45%) e parte mecanizada. Desengace parcial para 55% das uvas. Fermentação espontânea em barricas novas de carvalho francês para 12% do vinho. O restante fermenta em tanques de inox, com inoculação de leveduras selecionadas. Depois segue a clarificação, filtração e engarrafamento. Passa 4 meses em barricas de carvalho francês para 12% do vinho. O restante em tanques de inox sobre as lias (borras) finas. O vinho ainda mostra cor bem clara, reluzente. No nariz mostra ricos aromas cítricos (limão siciliano, frutas tropicais maduras e nota de ervas. Um paladar muito gostoso, com grande intensiadade de fruta misturada a elegante frescor mineral. Final longo, limpo e crocante. Expectativa de Guarda – Máximo de 5 anos.
Importador: DECANTER – EM BH, representada pela ENOTECA DECANTER
Contato: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS -  (31) 3281-3539

DEGUSTAÇÃO ESPECIAL DE VINHOS CRAGGY RANGE COM O PRODUTOR – NOVA ZELÂNDIA.
A Nova Zelândia conta com um conjunto de condições climáticas excepcionalmente adequadas para a viticultura, além de suas belíssimas paisagens (foi cenário da série “O Senhor dos Anéis”) e ótimas condições para prática de esportes radicais. A superfície das ilhas Norte e Sul encontra-se entre os paralelos 30 e 50º ao sul e portanto, com adequada escolha da casta adaptável ao terroir, o país tem produzido vinhos de grande qualidade, em diversos estilos além dos reconhecidos produtos da Sauvignon Blanc e da Pinot Noir. Agora aparecem Chardonnays e Syrahs sensacionais.
● A Vinícola Craggy Range - foi criada em 1997 pelo australiano Terry Peabody e pelo neozelandês Steve Smith, prezando a idéia do "Single Vineyard". Já a vinícola “Wild Rock”, dos mesmos proprietários, produz vinhos a partir de vinhedos próprios, arrendados ou contratados nas regiões de Hawke's Bay, Martinborough, Marlborough and Central Otago.  A degustação foi conduzida e comentada com a presença de Warren Adamson, diretor de exportações.

Importador: DECANTER – EM BH, representada pela ENOTECA DECANTER
Contato: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS -  (31) 3281-3539