sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

CHATEAU PORCIEUX 2010 – COTE DE PROVENCE – 12,5%

CHATEAU PORCIEUX 2010 – COTE DE PROVENCE – 12,5%
Vintage decorrentes da mistura de três variedades de uva de destaque das vinhas: Syrah, Grenache e Cinsault. Solo: calcário, argila cascalho, parte em socalcos, parte em declive. Clima: Mediterrâneo, temperado por natural, fatores locais: altitude, 300 metros, a proximidade do maciço de Sainte-Victoire, que fornece abrigo contra a intrusão violenta do vento frio "Mistral" em seu caminho desde os Alpes até ao Mediterrâneo ...
Rendimento- Cerca de 45 hectolitros por hectare (2,47 hectares).
Colheita: mecânica, usando colheitadeira equipada com a cabeça e braços articulados, permitindo uma colheita respeitosa da vinha e uva. Ele permite a colher  no início da manhã e/ou no frescor da noite quando a cultura está em com sua temperatura mais fresca.
Vinificação - Uma vez que a uva e seu caule foram separadas e classificadas após a colheita, a vinificação procede segundo a tradição, uma variedade de cada vez: sangramento, após a maceração, 05:56 horas peliculares a uma temperatura próxima de 10 ° C. Para garantir a qualidade; premente é aplicada por uma prensa pneumática. Fermentação alcoólica leva de 12 a 16 dias a uma temperatura constante de aproximadamente 16 ° C.
Maturação - Em tonéis de açõ esmaltado imediatamente após racking e fermentação.
Comentário de degustação pelo enólogo, Bernadette TOURELL. Este vinho tem uma luz cor de rosa com um tom de framboesa. Um nariz encorajados denota frutas vermelhas, groselha, frutas cítricas e um lembrete de verbena. A entrada anuncia o frescor. Os aromas distintos de framboesa, morango e groselha são revelados e impulsionado por um pontapé elegante de minerais.

Observações - Como é o caso vinhos brancos do Chateau Porcieux, a fim de aproveitar ao máximo a sua fragrância fresca e alegre, o rosé será melhor consumido durante o ano seguinte a sua vintage. Quando servido moderadamente fresco, entre 10 ° C e 12 ° C, é um aperitivo ideal, particularmente apropriado com refeições ligeiras: grelhados, carnes brancas, terrine de vieiras, salada de frutas vermelhas etc.  É um acompanhamento perfeito para a cozinha provençal e para pratos asiáticos.

Onde bebi: ABS-Minas – CURSO DE VINHOS DE PROVENCE (11/2011)

MAS DE CADENET VIN DE CUIT – 14%

MAS DE CADENET VIN DE CUIT – 14%
Doce natural.
Origem França - região de Aix-en-Provence.
Castas Rolle, Ugni Blanc.
Teor alcoólico 14%
Vinhedos As vinhas estão em terrenos secos e pedregosos localizados ao sul do maciço de Sainte-Victoire, região com grande amplitude térmica e bastante vento, que protege a uva de doenças e a enriquece.
Vinificação De acordo com uma receita regional e muito antiga, depois da prensagem das uvas, o mosto é cozido num recipiente ao fogo de lenha de carvalho durante um dia, sob temperatura média, o que causa a evaporação da água, concentrando os açúcares. Durante este processo, os aromas da fumaça de carvalho se incorporam ao mosto. Na seqüência, este mosto reduzido é fermentado e depois colocado em barris de carvalho por 06 meses para descansar, sendo engarrafado logo em seguida.
Descrição Vinho muito característico, de forte cor alaranjada e acastanhada. Seus aromas são ricos e complexos, com fortes toques defumados, cítricos, e também noz, avelã, ameixa, damasco seco e café. Boca ampla que revela primeiro o doce, depois o álcool e a acidez. É longo e de rara tipicidade. O toque defumado é nítido no retrogosto.
Harmonização enogastronômica É delicioso como aperitivo e como acompanhamento para sobremesas, chocolates, patisseries, e doces em geral, mas também combina muito com um foie gras, ou um queijo azul.
Tempo de guarda Vinho para beber de imediato, ou para guardar até cerca de 10 anos.
Serviço Ideal para consumo de 12º a 14ºC
Onde bebi: ABS-Minas – CURSO DE VINHOS DE PROVENCE (11/2011)

MAS DE CADENET L´ARBAUDE 2009

MAS DE CADENET L´ARBAUDE  2009
França - Côtes de Provence, região de Aix-en-Provence.
Castas Grenache 70%, Cinsault 15% e Carignan 15%.
Teor alcoólico 12,5%
Vinhedos Localizados no pé da famosa montanha Sainte Victoire, imortalizada por Paulo Cézanne. Arbaude (pequeno arbusto da Provence) é o nome da parcela onde são produzidas as uvas, cercadas destes arbustos.Terrenos vermelhos, com óxidos de ferro, e pedregosos, bem drenados e clima seco com bastante vento, frio no inverno e quente no verão. Não precisam de tratamentos químicos. Rendimentos de 55hl/ha.
Vinificação A safra 2008 beneficiou de chuva na primavera, seca no verão e de um amadurecimento lento e ótimo. Safra logo antes do topo de maturidade. Colheita de noite (Temperatura). Esmagamento das uvas. Maceração pelicular à baixa temperatura.Sangria e seleção dos mostos. Separação das borras em baixa temperatura. Fermentação à baixa temperatura (18º). Filtrado
Notas de Degustação: Rosado típico, claro e brilhante. Aromas de frutas vermelhas com um toque de especiarias no final. Vinho fresco na boca, agradável a beber.
Harmonização enogastronômica É um vinho fácil e agradável a beber só ou acompanhado de comidas de verão, saladas, grelhados, frutas, peixes, frutos do mar.
Tempo de guarda Consumir ainda jovem. (1 ou 2 anos)
Serviço Ideal para consumo de 12 a 15ºC.
Onde bebi: ABS-Minas – CURSO DE VINHOS DE PROVENCE (11/2011)

VINHOS DE PROVENCE

Provence é a única região no mundo a focar essencialmente em roses a sua produção de vinho. É uma tradição de mais de 2600 anos.

La Provence et le rosé

RÁPIDA HISTÓRIA DA REGIÃO DE PROVENCE:
O interior da Provence já era habitado por Lígures desde 1000 a.C. A região foi colonizada pelos foceus em torno de 600 a.C. Foram os foceus que fundaram Massalia (hoje Marselha). Massalia aliou-se a República Romana e virou Massilia (séc. II aC). Os romanos passarm a chamar a região de “nostra província”, daí a origem do nome Provence. Em 122 a.C, os romanos fundam Aquae Sextiae (hoje Aix-en-Provence). Desde esta época, a especialidade da região era o vinho rose.

Apesar dos romanos terem introduzido o vinho tinto assim que chegaram, a Provence continuou a produzir vinho rosé. Na realidade, até o século 17 os vinhos tintos representavam uma porcentagem pequena da produção na França e até o séc. 19 não haviam se tornado o maior estilo de vinhos. O vinho tinto era servido a soldados e trabalhadores, enquanto o rose era reservado para a Igreja, a nobreza e a aristocracia.

Foi a ascensão da burguesia que criou demanda e mercado para o consumo de tintos de forma8 mais significativa.

Idade Média: Papado em Avignon trouxe prestígio para o rose.

Era Moderna: região atacada pela filoxera no século 19. A beleza da região foi intensamente retratada por artistas como Cézanne, van Gogh, renoir, Matisse e picasso nos séculos 19 e 20.

Reconhecimento da Qualidade: Em 1935 surge a legislação de AOc na França. A Provence obteve AOC para Cassis em 1936. Bandol e Bellet em 1941.Palette obteve AOC em 1948.

Ascensão do Rose: Mercados chaves do vinho tem hoje bom consumo de rose.

A PROVENCE VITICOLA E VINICOLA



Geologia: Formação da cadeia de montanhas Herciniana no Triássico. Durante o Jurássico e Cretáceo a Provence era mar quente e pouco profundo, com grande deposição de sedimentos. Com o surgimento dos Alpes e Pirineus a região pssou a ter a configuração atual.


MAPA DA REGIÃO PRODUTORA

Carte des Vins de Provence

Região encantada do sul da França, cenário definitivo de algumas das melhores telas de Cezanne e van Gogh, também é conhecida por suas vinículas, que produzem os rosés mais famosos do mundo. Na verdade, a própria região é sinônimo do rosé: ele representa 75% da produção vinícula da Provence. Os vinhedos da ensolarada região se estendem por quase 200 quilômetros, responsáveis pela ampla diversidade aromática dos vinhos da Provence

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

HARMONIZAÇÕES COM PORCHETA ALLA ROMANA NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

PORCHETTA ALLA ROMANA: O leitão desossado é conhecido como Porqueta Romana. Temperado e semi-cozido, bastando apenas levar ao forno, com temperatura alta, por uma hora, para que termine o cozimento e fique crocante, é assado inteiro e recheado de iguarias italianas (presunto crú, lombo,etc...) e condimentos, só mesmo saboreando para saber como é essa delícia. A Porchetta Romana, um prato típico da Itália. A sugestão é acompanhá-lo com vinhos tintos italianos, a base de sangiovese, como um bom chianti ou um supertoscano.



Sugestões de Vinhos:
- Rubizzo 2008 Rocca delle Macie – Itália: Rubi intenso e límpido. Aromas vibrantes de cereja e amora, temperados por violeta e leve fundo especiado. Boca esbanjando maciez, com taninos orquestrados a uma acidez vivaz. Importado pela DECANTER.

- Chianti Clássico DOCG 2008 Rocca delle Macie – Itália: Sedutor no nariz, com cerejas, violeta, couro e fundo balsâmico. Estruturado, fresco e de ótima consistência frutada em boca. Importado pela DECANTER.

- Ser Gioveto 2007 Rocca delle Macie – Itália: Rubi intenso. Complexo no nariz, com ameixa seca, couro e húmus. Sólido em boca, com taninos elegantes corroborados por acidez vibrante. Fim-de-boca com agradável nota de amêndoa amarga. Importado pela DECANTER.

- Poggio al Casone Chianti Superiore Riserva 2007 – Toscana – Itália: um vinho criado a partir de 95% Sangiovese - 5% Cabernet Sauvignon, colhidas manualmente nos históricos vinhedos situados nas colinas de Pisa. Vinho complexo no aroma e macio na boca, com toques de chocolate amargo, amêndoas torradas, morango e cerejas pretas. Maturação: 24 meses em grandes barricas de carvalho. Importado pela CASA DO VINHO.

- La Rasina Sangiovese IGT 2008 – Toscana – Itália: Um vinho 100% Sangiovese, complexo no aroma e macio na boca, com toques de chocolate amargo, amêndoas torradas, frutas vermelhas maduras e cerejas pretas. Excelente custo-benefício. Importado pela CASA DO VINHO.

- Poggio Argentiera ai Ginepri Bolgheri DOC 2008 – Toscana – Itália: Cor rubi intenso e profundo, com relexos violeta. Ao nariz se apresenta muito intenso e de bom frescor, com aromas de frutas maduras, cítricos e leve notas herbáceas. No palato é redondo, complexo, sem adstringência. O final é herbáceo e mineral, com notas de alcaçuz e um retrogosto prazerosamente frutado. Importado pela PREMIUM.

- Ornellaia Le Volte Bolgheri DOC 2008 – Toscana – Itália: Corte de 52% Sangiovese, 36% Merlot, 12% Cabernet Sauvignon 14%. Envelhecido 8 meses em barricas de carvalho. Um verdadeiro Baby Super Toscana, com intensidade de frutas, mentol e floral, na boca tem ótima consistência e equilíbrio. Importado pela GRAND CRU.

HARMONIZAÇÕES COM LEITÃO NAS FESTAS DE FINAL DO ANO

LEITÃO: Em várias culturas ocidentais não pode faltar um leitãozinho assado à mesa em festas como Natal. Sua carne rosada é magra e macia. Dependendo da raça, e tempo de vida e abate (no mínimo recomenda-se 21 dias, nos quais o leitão é alimentado apenas com leite), o peso varia de 3 a 6 quilos. Ele está presente à mesa de vários países com nomes sugestivos quanto à sua dieta, como cochon de lait ou porcelait, na França; sucking ou sucking pig nos países de língua inglesa; porcellino ou maialino di latte na Itália; e cochinillo ou tostón nos países de língua espanhola. Os temperos típicos são o alho, louro, alecrim, pimentas, vinagre, limão, vinho e deve apresentar a pele crocante. No Brasil, uma das formas de preparo é à pururuca, que pode ser feito com qualquer leitão, mas fica melhor ainda se for pequeno, pois o calor assa a carne de maneira uniforme, deixando-a macia e suculenta, em contraste com a pele tostada e crocante. Se, na maioria dos casos, o leitão passa uma noite em marinada aromática, em Segóvia, na Espanha, o cochinillo leva apenas sal, o que pressupõe um produto de ótima qualidade, pois não haverá tempero forte a mascarar o sabor natural. Ele é assado lentamente na brasa (de preferência). Recheado ou não, desossado ou cortado em pedaços, o leitãozinho pode ser assado de vários modos, com temperos e acompanhamentos diferentes. Em alguns fornos, os leitões são enfiados num espeto e o seu interior é banhado com o molho feito com muito alho, pimenta branca, banha e sal. Em alguns fornos os leitões são assados em formas. Retirado o leitão para fora do forno, o excesso do molho é escorrido por um dos orifícios feitos pelo espeto (boca e rabo). Na hora de ser servida, a iguaria é banhada com esse suco, o que confere um sabor extraordinário. Que vinho harmonizar com este prato untoso? A dica fica por conta da acidez e tanicidade. Boa opção para vinhos da casta Baga ou da Tannat.



Sugestões de Vinhos:
- Luis Pato Baga 2007 -Bairrada – Portugal: O tinto Luis Pato é o tradicional Bairrada da casa, proveniente da cepa Baga, de vinhas próprias. É envelhecido em pipas de 650 litros de carvalho francês, o que lhe confere maior equilíbrio e maciez. Trata-se de um vinho de excelente relação qualidade/preço, muito aromático, saboroso e com taninos marcantes, mas redondos. Recomendação imperdível para Leitão, mas acompanha muito bem carnes vermelhas, caça e bacalhau. Importado pela MISTRAL.

- Bairrada 2008 Casa de Saima – Portugal: Rubi intenso e concentrado. Aromas de fruta escura, sob tons florais e resinosos (eucalipto). Boca macia, sápido, com taninos presentes e muito bem integrados ao conjunto. Importado pela DECANTER.

- Bouza Tannat 2008 – Uruguai: Coloração púrpura intensa. Excelente expressão de frutas vermelhas maduras, em particular ameixas e groselhas, além de tons de café e alcaçuz. Enche a boca com taninos firmes e ótimo frescor. Importado pela DECANTER.

- Pizzorno Reserva 2007 – Canelones – Uruguai: Um tannat 100% envelhecido 12 meses. Vermelho intenso com reflexos violetas. Aromas de ameixas maduras, morangos, lavanda e baunilha, com notas de especiarias. Um vinho que ingressa na boca com a doçura típica deste varietal. Corpo equilibrado e grande estrutura, com presença de taninos maduros. Importado pela GRAND CRU.

HARMONIZAÇÕES PARA PERU NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

PERU: a carne branca e de sabor suave vai bem com um tinto com pouco tanino ou até um branco encorpado de aroma mais intenso. Se a receita tiver um molho adocicado, por exemplo, um bom caminho é um branco da uva chardonnay. O Peru de Natal também vai bem com espumantes e brancos estruturados. Um Chardonnay talvez seja a escolha mais prática, com toques frutados que combinam com as frutas que costumam acompanhar o peru, como pêssegos, damascos e outras do mesmo tipo. Entretanto, um vinho com taninos suaves e fundo de boca frutado, pode valorizar a carne e os acompanhamentos, no caso dos tintos opte por um Pinot Noir, Malbec ou Syrah não fará feio. A minha sugestão fica por conta de um bom Tempranillo.

9 dicas para um peru de Natal perfeito

Sugestões de Vinhos (as safras disponíveis poderão variar):
- Catena Alta Chardonnay 2009 -  Mendoza – Argentina: O fato de o vinho ficar alguns meses na barrica o torna extremamente aromático e com bom peso na boca. Isto possibilita uma combinação harmoniosa junto ao sabor do peru e o adocicado de alguns molhos e purês à base de frutas, como maçã. O vinho é importado pela MISTRAL.

- Piodilei Chardonnay 2008 – Piemonte – Itália: De um pequeno vinhedo em Barbaresco vem as uvas, colhidas sempre bem maduras, para este vinho, um dos grandes brancos italianos. Intenso e rico no nariz, com notas de pêssego, abacaxi, especiarias e amêndoas. Na boca, tem boa estrutura, é macio, fresco e persistente. De certa forma, pela grande elegância, lembra um Mersault. O vinho é importado pela DECANTER.

- Amayna Chardonnay 2009 – Vale de San Antonio - Chile : Um grande Chardonnay produzido na fria região de San Antonio, talvez a mais entusiasmante descoberta no Chile para brancos de grande finesse. Muito sofisticado e elegante, mostra muita classe e ótima presença de boca. Para Parker, que o classificou com 91 pontos, "é uma revelação para os Chardonnay chilenos". A safra 2006 foi surpreendente: Robert Parker concedeu 93 pontos ao vinho e a Decanter: declarou-o como "Melhor Branco do Novo Mundo". O vinho é importado pela MISTRAL.

- Gazur Ribera del Duero 2008 (Telmo Rodriguez) - Ribera del Duero – Espanha: Descrito como um vinho complexo e aromático por Robert Parker - que aponta o tinto como um dos melhores achados da Espanha - o Gazur mostra toda expressão da Ribera del Duero em uma versão que traduz a riqueza e exuberância atingidas pela casta Tempranillo na região, sem influência de barricas de carvalho. Franco, saboroso e cativante, é um tinto que combina muito bem com uma infinidade de pratos. O vinho é importado pela MISTRAL.

- Artero Tempranillo La Mancha 2009 – Espanha: Rubi com halo violáceo. Aromas de romã madura, groselhas e amoras, sobre notas de ervas e folhagem úmida. Impacto macio e frutado, com ótimo equilíbrio e agradável final. Excelente relação custo-benefício. Importado pela DECANTER.

HARMONIZAÇÕES COM PEIXES NAS FESTAS DE FINAL DO ANO

PEIXES: para os peixes de água doce que muitas vezes podem ter sabor mais acentuado e mais gordura, champagne ou espumante. Mas se a opção de pescado for um salmão defumado ou acompanhado de algum molho especial, um espumante rose irá muito bem, com uma boa acidez, ou até mesmo um tinto mais leve e frutado. Brancos da uva sauvignon blanc também são boas escolhas para os pescados.



Sugestões de Vinhos:
- Casa Valduga Premium Brut 2006 - Brasil. Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional. Cor dourada brilhante, Ótima perlage, abundante e persistente. Aroma maduro, intenso, com muita levedura, baunilha, fruta doce, chocolate branco. Paladar encorpado e cremoso, com boa presença do gás carbônico na língua, acidez marcada, muito bem equilibrado, excelente.

- Cave Geisse Nature 2008, Vinícola Geisse - Brasil. Elaborado com 70% chardonnay e 30% pinot noir pelo método tradicional. Cor amarelo palha claro, perlage excepcional, pequena, abundante e persistente. Aroma intenso e muito fresco, cítrico, limão, mel. Paladar estruturado por ótima acidez, seco, sério, boa cremosidade, bem equilibrado.

- Pierre Gimonnet & Fils 2004 1er Cru Gastronome - Champagne – França : Vinhedos situados em Cuis, na Côte des Blancs, Olivier e Didier Gimonnet só trabalham com uvas colhidas em seus próprios vinhedos Premier e Grand Cru. A maior parte das vinhas tem entre 40 e 86 anos.  Wine Spectator: 89pt. Champanhe poderoso, complexo e consistente, com aromas de frutas e posteriormente de brioche, na boca é fresco e cheio de aromas prolongados e ótima persistência. Uma excelente combinação gastronômica. Importado pela CASA DO VINHO e PREMIUM.

- Mapema Sauvignon Blanc 2010 – Mendoza - Argentina: Mapema é o empolgante projeto pessoal de Pepe Galante com Mariano di Paola, responsável pelos tradicionais vinhos da Familia Rutini. Elaborado com uvas de vinhas de quase 30 anos de idade, plantadas em pé franco a quase 1.200m de altitude, é um branco intenso e fresco, com cativantes notas florais. Uma pequena parcela do vinho (8%), é maturada em barricas de carvalho de segundo uso, deixando o branco mais exuberante e complexo. Um grande achado. Provavelmente a melhor relação custo-benefício entre as sugestões. Vai bem com Aperitivo, atum grelhado, robalo, vieiras grelhadas ou frango assado. Importado pela MISTRAL.

- Ventolera Sauvignon Blanc 2009 – Chile: O vinho é elaborado pela Viña Litoral no Vale de Leyda sob o comando de Ignácio Recabarren reconhecido enólogo chileno. Um vinho com uma excelente complexidade, aromas a frutas brancas maduras, mineral, ervas, com belo corpo e uma acidez invejável acidez. Ficou entre os três melhores do ano 2008 no Guia de Vinos Chilenos de Patricio Tapia. Uma bela harmonização para peixes, carnes brancas, crustáceos. Importado pela CASA DO PORTO.

- Espumante Veuve Paul Bur – França: vinho cristalino, com suaves toques amarelados e pérlage fino e persistente. Para festas, é uma excelente opção de espumante importado sem abusar no preço. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

- Espumante Veuve de Vernay – França: vinho cristalino, com ótimo perlage, fino e persistente. Para festas, é uma excelente opção de espumante importado sem abusar no preço. Importado pela PORTO A PORTO e CASA FLORA – pode ser encontrado no MARTPLUS.

- Pierre Gimonnet & Fils NV - Champagne – França : Champanhe básico da linha, muito bem feito, com aromas de frutas brancas. Na boca é fresco e cheio de aromas prolongados e ótima persistência. Importado pela CASA DO VINHO e PREMIUM.

- Champagne Drappier Carte d'Or – França: Espumante fresco e aromático, é quase um Blanc de Noirs, produzido quase totalmente com Pinot Noir, o que lhe dá reflexos rosados. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

- Espumante 130, Casa Valduga – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 10 gramas por litro de açúcar residual. Amarelo dourado claro e brilhante, ótima perlage, pequena e abundante. Aroma de bom ataque, com boa complexidade, frutas maduras, frutas cristalizadas, mel, leveduras, baunilha, mel. Paladar de bom corpo, cremoso, com boa acidez, longo, já é excelente, mas acho que ficaria mais fino e equilibrado com 1 ou 2 gr de açúcar a menos. Nota: 88 pontos de Marcelo Copello.

- Espumante Salton 100 anos – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir (dominante) pelo método tradicional, sem dosagem, com 3 anos de autólise. Cor mais dourada, com ótima perlage. Aroma intenso e fresco, com brioches, baunilha discreta, cítricos, mel, nozes. Paladar intenso, de acidez elevada, ainda deve evoluir em garrafa, está novo. Nota: 89 pontos de Marcelo Copello.

- Miolo Millesime Brut 2009 – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 9 gramas por litro de açúcar residual. Cor entre palha e dourado, com boa perlage, pequena e abundante. Aroma intenso, frutado, com baunilha, abacaxi. Paladar cremoso, boa acidez, sente-se a dosagem de açúcar, bem equilibrado, fim de boca adocicado,no geral muito bom, eu só diminuiria a dosagem em 1 ou 2 gramas. Nota: 88 pontos de Marcelo Copello.

- Pizzato Brut – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 8 gramas por litro de açúcar residual. Palha intenso, boa perlage, pequena e abundante. Aroma de bom frescor, floral e cítrico, com toques de mel e tostados. Paladar leve e cremoso, bem equilibrado com boa acidez, média persistência. Nota: 87 pontos de Marcelo Copello.

- Salton Evidence – Brasil: Elaborado com 70% chardonnay e 30% pinot noir pelo método tradicional, com 7,3 gramas por litro de açúcar residual. Cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Perlage pequena e abundante. Aroma de bom ataque, mostrando fruta doce, baunilha, brioche, mel, limão. Paladar de bom corpo, acidez crocante, bom com ataque do gás na língua, boa cremosidade e muito bem equilibrado. Nota: 86 pontos de Marcelo Copello.

HARMONIZAÇÕES COM BACALHAU NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

BACALHAU: é um peixe nobre de aroma e sabor acentuados que não costuma combinar com vinhos brancos muito leves. Os vinhos brancos mais encorpados e com toque de madeira costumam casar melhor com o prato. Mas se a opção for um tinto, a escolha é um mais leve, para que os taninos não sobreponham ao sabor do peixe, e neste caso um Pinot Noir ou um Touriga Nacional irão muito bem.




















Sugestões de Vinhos:
- Conde Valdemar Fermentado em Barrica 2008 - Rioja – Espanha: Branco barricado e com personalidade, típico e tradicional vinho da região de Rioja, na Espanha. Ele é elaborado apenas com a casta viura. Seco e complexo, traz um amadeirado marcante. Importado pela MISTRAL.

- Loureiro Muros Antigos Vinho Verde 2009 – Minho – Portugal: Amarelo-palha cristalino. Puros e expressivos aromas frutados de nectarina madura e banana, amalgamados a notas de mel. Delicioso equilíbrio entre o frescor e a suavidade, final limpo e fragrante. W&S 90 pontos. Importado pela DECANTER.

- Alvarinho Soalheiro 2009 - Minho – Portugal: No caso de receitas mais substanciais, como a bacalhoada, esse alvarinho encorpado e amanteigado, traz equilíbrio justo ao sabor predominante do peixe. Importado pela PORTO A PORTO.

- Morgadio da Torre Alvarinho 2009 - Sogrape Vinhos – Portugal: Vinho Verde de grande qualidade, ricamente perfumado e com potencial de envelhecimento. Morgadio da Torre recebeu o Prêmio de Excelência no Concurso dos Vinhos Verdes de Portugal em 2005. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

HARMONIZAÇÕES PARA FRUTOS DO MAR NAS FESTAS DE FINAL DO ANO

FRUTOS DO MAR: Tudo dependerá de como serão preparados os frutos do mar e seus acompanhamentos. A dica é escolher um branco com uma boa acidez, ou um rosé mais leve e aromático, pois os taninos leves e frutas verdes marcantes proporcionam frescor, resultando numa feliz combinação com mariscos, camarões e afins”.



Sugestões de Vinhos:

- Chateau Porcieux Rose de Provence 2009 – Provence - França: É um rosado de altíssima qualidade, que já foi indicado por 5 vezes como melhor rose da Expovinis. Elegante, com bastante frescor, ideal para acompanhar frutos do mar, carnes brancas, suínas, ou bebericar com os amigos. Importado pela CANTU.

- Gala 3 Viognier – Mendoza – Argentina: Esse vinho branco com notas de frutas brancas, cítrico e com fundo floral, traz boa acidez na boca, é complexo, equilibrado e com um final longo e persistente. Uma ótima escolha para acompanhar frutos do mar com sabor mais acentuado. Importado pela DECANTER.

- Sancerre Sélection Première 2007 (Domaine Guy Saget) – Loire – França : Um dos mais celebrados, deliciosos e tradicionais brancos da França, elaborado no Loire com a uva Sauvignon Blanc. Bastante aromático e refrescante, com um toque levemente defumado, cheio de charme. Um clássico para acompanhar mariscos, ostras e frutos do mar. Importado pela MISTRAL.

- Mapema Sauvignon Blanc 2010 – Mendoza - Argentina: Mapema é o empolgante projeto pessoal de Pepe Galante com Mariano di Paola, responsável pelos tradicionais vinhos da Familia Rutini. Elaborado com uvas de vinhas de quase 30 anos de idade, plantadas em pé franco a quase 1.200m de altitude, é um branco intenso e fresco, com cativantes notas florais. Uma pequena parcela do vinho (8%), é maturada em barricas de carvalho de segundo uso, deixando o branco mais exuberante e complexo. Um grande achado. Provavelmente a melhor relação custo-benefício entre as sugestões. Vai bem com Aperitivo, atum grelhado, robalo, vieiras grelhadas ou frango assado. Importado pela MISTRAL.

- Ventolera Sauvignon Blanc 2009 – Chile: O vinho é elaborado pela Viña Litoral no Vale de Leyda sob o comando de Ignácio Recabarren reconhecido enólogo chileno. Um vinho com uma excelente complexidade, aromas a frutas brancas maduras, mineral, ervas, com belo corpo e uma acidez invejável acidez. Ficou entre os três melhores do ano 2008 no Guia de Vinos Chilenos de Patricio Tapia. Foi uma bela harmonização. Importado pela CASA DO PORTO.

- Espumante Veuve Paul Bur – França: vinho cristalino, com suaves toques amarelados e pérlage fino e persistente. Para festas, é uma excelente opção de espumante importado sem abusar no preço. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

- Espumante Veuve de Vernay – França: vinho cristalino, com ótimo perlage, fino e persistente. Para festas, é uma excelente opção de espumante importado sem abusar no preço. Importado pela PORTO A PORTO e CASA FLORA – pode ser encontrado no MARTPLUS.

- Pierre Gimonnet & Fils NV - Champagne – França : Champanhe básico da linha, muito bem feito, com aromas de frutas brancas. Na boca é fresco e cheio de aromas prolongados e ótima persistência. Importado pela CASA DO VINHO e PREMIUM.

- Champagne Drappier Carte d'Or – França: Espumante fresco e aromático, é quase um Blanc de Noirs, produzido quase totalmente com Pinot Noir, o que lhe dá reflexos rosados. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

- Espumante 130, Casa Valduga – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 10 gramas por litro de açúcar residual. Amarelo dourado claro e brilhante, ótima perlage, pequena e abundante. Aroma de bom ataque, com boa complexidade, frutas maduras, frutas cristalizadas, mel, leveduras, baunilha, mel. Paladar de bom corpo, cremoso, com boa acidez, longo, já é excelente, mas acho que ficaria mais fino e equilibrado com 1 ou 2 gr de açúcar a menos. Nota: 88 pontos de Marcelo Copello.

- Espumante Salton 100 anos – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir (dominante) pelo método tradicional, sem dosagem, com 3 anos de autólise. Cor mais dourada, com ótima perlage. Aroma intenso e fresco, com brioches, baunilha discreta, cítricos, mel, nozes. Paladar intenso, de acidez elevada, ainda deve evoluir em garrafa, está novo. Nota: 89 pontos de Marcelo Copello.

- Miolo Millesime Brut 2009 – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 9 gramas por litro de açúcar residual. Cor entre palha e dourado, com boa perlage, pequena e abundante. Aroma intenso, frutado, com baunilha, abacaxi. Paladar cremoso, boa acidez, sente-se a dosagem de açúcar, bem equilibrado, fim de boca adocicado,no geral muito bom, eu só diminuiria a dosagem em 1 ou 2 gramas. Nota: 88 pontos de Marcelo Copello.

- Pizzato Brut – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 8 gramas por litro de açúcar residual. Palha intenso, boa perlage, pequena e abundante. Aroma de bom frescor, floral e cítrico, com toques de mel e tostados. Paladar leve e cremoso, bem equilibrado com boa acidez, média persistência. Nota: 87 pontos de Marcelo Copello.

- Salton Evidence – Brasil: Elaborado com 70% chardonnay e 30% pinot noir pelo método tradicional, com 7,3 gramas por litro de açúcar residual. Cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Perlage pequena e abundante. Aroma de bom ataque, mostrando fruta doce, baunilha, brioche, mel, limão. Paladar de bom corpo, acidez crocante, bom com ataque do gás na língua, boa cremosidade e muito bem equilibrado. Nota: 86 pontos de Marcelo Copello.

HARMONIZAÇÕES PARA PERNIL DE PORCO NAS FESTAS DE FINAL DO ANO

PERNIL DE PORCO:  no pernil, a carne do porco tem sabor e textura bem característicos, pedindo por sua substância e textura, acompanhamentos tipicamente natalinos, como lentilhas, e oferece ótima harmonização para vinhos, apresentando aromas e uma estrutura macia na boca. Uma boa dica é harmonizar com vinhos da casta pinot noir, a uva aparentemente mais leve entre as tintas, e que vai muito bem com carnes gordurosas e de sabores marcantes, como o pernil. Outra opção fica por conta de syrahs e malbecs.


Sugestões de Vinhos:
- Côtes du Rhône Rasteau Villages 2008- Domaine La Soumade – França : Proveniente de vinhedos de 20 anos da região demarcada Rasteau, as uvas são selecionadas manualmente para produzir um vinho rico em taninos e frutas maduras, "de encher a boca". O preço é excepcional pela qualidade encontrada. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

- Sangervasio Rosso 2009 – Itália: Quantidades variáveis de vinhos de uvas francesas foram adicionadas à formula dos Chianti, culminando em um vinho de elegância e porte, com corpo volumoso, mas macio e aromas adocicados de mel. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

- Humberto Canale 2009 – Patagônia – Argentina: 100% Pinot Noir. Envelhecido por 6 meses de barrica de carvalho. Cor vermelho rubi, fragrância varietal típica e bom corpo. Aromas de cerejas frescas com um toque de ervas e baunilha. Suave e cremoso na boca, com uma complexidade proeminente. Importado pela GRAND CRU.

- Tabalí Reserva Especial 2009 – Vale do Limarí – Chile: 100% Pinot Noir. Envelhecido 8 meses em barricas de carvalho. Cor vermelho claro e límpido. Aromas refinados e perfumados. Na boca surgem as notas de groselhas e morangos maduros, acompanhadas de suaves toques florais e de baunilha. Paladar aveludado com taninos redondos e delicada estrutura. Importado pela GRAND CRU.

- Glaetzer Wallace 2007 – Barossa Valley – Austrália: Envelhecido 14 meses em barricas de carvalho. 70% Shiraz 30% Grenache. Adorável em sua cor púrpura. As notas amáveis da Shiraz se associam à Grenache de forma harmônica. Belo corpo. Taninos redondos. Nota: 91-94 RP. Importado pela GRAND CRU.

HARMONIZAÇÕES PARA PERNIL DE CORDEIRO NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

PERNIL DE CORDEIRO:  é servido geralmente assado. A carne é macia e traz uma generosa camada de gordura, além de ter um sabor marcante. O cordeiro harmoniza com tintos de corpo médio para encorpado, variando de acordo com modo de preparo e sabor dos molhos. Aposte em syrah, shiraz, tempranillos, malbecs e merlots.


Sugestões de Vinhos:
- Mitolo Jester Shiraz 2007- McLaren Vale, Austrália: Grande vinho australiano, com aromas de ameixa e amora, especiarias e café torrado. A bebida tem bastante corpo, boa acidez, com taninos macios e final longo. Um excelente shiraz com ótima relação qualidade-preço. Importado pela PORTO A PORTO.

- DV Catena Syrah 2008 – Mendoza - Argentina (Catena Zapata): Elaborado com uvas de dois vinhedos excepcionais, plantados em altitudes distintas, este vinho da linha DV Catena, elaborada para o mercado argentino, é o melhor Syrah produzido por Catena Zapata. Rico e profundo, com ótima complexidade, mostra um bouquet complexo e convidativo, cheio de nuances.  Ótima opção para carnes e cordeiro. Importado pela MISTRAL.

- João Pato Touriga Nacional 2007- Bairrada – Portugal (Luis Pato): Grande e esperada novidade de Luis Pato, o João Pato agora é produzido com a consagrada cepa Touriga Nacional, por um preço realmente ótimo. Mostra um cativante bouquet de frutas maduras e notas florais, sendo macio e envolvente, um vinho fácil de gostar. Versátil, vai bem com carnes, cordeiro, pato. Importado pela MISTRAL.

- Emina Prestigio 2007 - Ribera del Duero – Espanha: um vinho 100%Tempranillo (Tinta Del Pais). 16 meses de barrica de carvalho francesa. De cor intensa, vermelho cardinalício escuro. Aroma intenso e franco tostados, frutas secas e fruta em compota. Macio e charmoso. Na boca, taninos bem integrados; equilibrado sabor de carvalho, sensação frutada de cereja negra madura com final longo e persistente. Ótimo com carnes vermelhas, assados, carne de caça e queijos curados. Importado pela CASA DO VINHO.

- Chateau Camplazens Syrah 2009 – Languedoc – França: De boa estrutura, este vinho 100% syrah tem taninos macios, com paladar muito gosttoso. Medalha de Prata Syrah du Monde (em 3 anos, 2 vezes escolhido como Best Red Wine) . Ótima relação custo-benefício. Importado pela CASA DO VINHO.

- Glaetzer Bishop 2007 – Barossa Valley – Austrália:  100% Shiraz. Envelhecido 14 meses em barris de carvalho novo, 20% americanos e 80% franceses. Cor de ameixa escura. No nariz notas de alcaçuz e pimenta negra. No paladar é rico e maduro, com taninos bem integrados e grande equilíbrio. O nome deste vinho é uma homenagem ao nome de família da esposa de Colin e mãe de Ben Glaetzer. Notas: 92-94 RP. Importado pela GRAND CRU.

HARMONIZAÇÕES PARA TENDER NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

TENDER: presunto defumado que geralmente é servido com molhos mais adocicados e picantes. O tender é feito com carne do pernil do porco, defumado com vários tipos de madeiras e temperado com algumas ervas. O da Sadia ainda é marinado em suco de abacaxi. No geral, pede vinhos com muita fruta e mais acidez. Tintos mais leves, com taninos elegantes e frutados, ou herbáceos irão se sair bem, pois o tender tem um sabor predominante, por isso pede um vinho com a mesma estrutura, mas que traga frescor. No caso de temperos adocicados, vinhos com um residual de açúcar vão bem com acompanhamentos, como a farofa com frutas.


Sugestões de Vinhos:
- Côtes du Rhône 2007-Domaine. E. Guigal - Rhône,  França : Para molhos mais adocicados, como caldas de figo, aromas de frutas vermelhas e notas de cereja e morango. Na boca é rico, macio e elegante, com grande concentração. Um syrah importado pela EXPAND.

- Conde de Valdemar Crianza 2007, Rioja – Espanha: O tender tem um sabor predominante, por isso pede um vinho com a mesma estrutura e mais frescor. O Conde Valdemar vai bem com o assado acompanhado de guarnições salgadas. Um Tempranillo importado pela MISTRAL

- Chateau Camplazens Syrah 2009 – Languedoc – França: De boa estrutura, este vinho 100% syrah tem taninos macios, com paladar muito gosttoso. Medalha de Prata Syrah du Monde (em 3 anos, 2 vezes escolhido como Best Red Wine) . Ótima relação custo-benefício. Importado pela CASA DO VINHO.

- Clos de Los Siete 2009 – Mendoza – Argentina: um corte com 48% Malbec 28%Merlot 12% Cabernet Sauvignon 12%Syrah 14,5%. Envelhece 12 meses em barricas de carvalho francês. Vermelho intenso. Aromas de frutas vermelhas maduras. Intenso, equilibrado e harmonioso, taninos maduros e final persistente. Importado pela GRAND CRU.

AMARONE DELLA VALPOLICELLA I CASTEI CAMPO CASALIN 2006 - VENETO - ITÁLIA

AMARONE DELLA VALPOLICELLA I CASTEI CAMPO CASALIN 2006 - VENETO - ITÁLIA
Região: Veneto - Valpolicella Classico - Marano
Castas: 70% Corvina Veronese, 20% Rondinella, 5% Molinara e 5% castas antigas típicas da região.
Amadurecimento: 30 meses em barricas de carvalho francês (225 e 500 litros) de média tostagem, estas novas, de segunda e terceira passagem.
Estimativa de Guarda: 15 anos
Temperatura Sugerida de Serviço: 18 °C
Premiações mais Relevantes:
I VINI DI VERONELLI 2009: ''Super 3 stelle''.
DUEMILAVINI 2009: 4 ''grappoli'' em 5.
WINE SPECTATOR: 91 pontos. 
Características Climáticas: Clima continental abrandado pela vizinhança do Lago de Garda, o mais longo da Itália, criando as condições ideais para a viticultura. As precipitações são  relativamente altas, concentrando-se no outono.  Vinhedos colinares com excelente exposição sudoeste, a cerca
de 200 metros de altitude.
Características do Solo: Solos vermelhos, basálticos ou de pedra calcária do período Eocenio.
Vinificação: Colheita no final de setembro, com seleção dos menores cachos com uvas perfeitamente maduras, mais expostos ao sol, que são colocados em caixas perfuradas de desidratação (em apenas uma camada). A desidratação, com perda de 45% do peso da uva, ocorre de outubro a janeiro em fruttaio (salas amplas com muitas janelas para ventilação). As uvas atacadas pela Botrytis no processo são eliminadas. Terminada a passificação, procede-se a prensagem e a fermentação, que se arrasta por 50 dias em contato com os
sólidos, em tanques de inox. Descuba e passagem do vinho para o envelhecimento em madeira.
Características Organolépticas: Cor rubi impenetrável. Aromas de pétalas de rosas secas, frutos do bosque compotada, especiarias doces, caramelo e tons minerais. Elegante e extremamente sedoso, com taninos nobres e refinado frescor. Interminável final especiado.
Importador: DECANTER
Contato: (31) 3287-3618
Onde Degustei: CONFRARIA DIREITO AO VINHO.
Quanto: R$ 225,90